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Ardora

(s)ediçons anarquistas nº 3.

AAVV.

Feminismo, cinema, guerra civil, salariato, poesia e banda desenhada.

47 Págs. broch. Língua: Galega.
3,50 €.

Charles Malato e Jean Grave - As theorias anarchistas

Estudos philosophicos-sociais.

Tradução de Angelo Jorge.

1909. Editores Almeida & Sá, Succ.s Porto. 76 Págs. broch.
11,00 €.

Bertolo (Amedeo) - Anarquistas e orgulhosos de o ser

Antologia de textos.

A grande empresa, as megalópoles, o Estado, devem ser rejeitados e desagregados porque o «grande» segrega poder dentro e fora de si. Os grandes agregados económicos e políticos, as grandes instituições sociais, são, justamente, o campo onde se afirma e se exerce o poder dos «novos patrões»: é aí que a tecnoburocracia  encontra o seu espaço vital e as suas justificações funcionais, seja nos sistemas tardo-capitalistas, seja nos pós-capitalistas, Amedeo Bertolo.

Tradução: Andrea Mazzola, Lúcia Mascarenhas, Mário Rui Pinto, Thais Palermo Buti, Vanessa Badagliacca e Virgilio Caletti.

Edição: Barricada de Livros.

Lisboa, 2018. 215 Págs. broch.
12,00 €.

Arvon (Henry) - Bakunine ou A Vida Contra a Ciência

Aos olhos de Bakunine, o Estado, precisamente pelo facto de conduzir a uma existência parasitária, é exclusivo e inquiridor. Tem uma razão irresistível para que assim aconteça: evoluindo a sociedade de uma maneira autónoma, todo o poder que lhe seja externo não pode impor-se senão pela violência. O Estado torna-se autoritário porque desconfia  do poder natural e porque teme a faculdade dos homens em se organizarem pelos seus próprios meios,
Henry Arvon.

Apresentação, escolha de textos e bibliografia por
Henry Arvon.

Tradução de Franco de Sousa.

Edição: Estúdios Cor. 1971. 275 Págs. broch. Usado.
8,00 €.




Botelho (Adriano) - Memória & ideário

Antologia de Textos.

Quase um século dedicado à militância anarquista, nasceu em 1892 e faleceu 1983, passou pelas lutas da Primeira República, depois a resistência ao regime ditatorial, com o 25 de Abril voltou de novo à divulgação das propostas libertárias.

Organização e introdução de Carlos Abreu e João Freire.

Carta e prefácio de Aurélio Quintanilha.

Edição: Região Autónoma dos Açores. 1989. 229 Págs. broch.
7,50 €.




João Freire e Maria Alexandre Lousada - Roteiros da Memória Urbana - Porto

Marcas deixadas por libertários e afins ao longo do século XX.

Edições Colibri. 122 Págs. broch. 10,00 €.

Clímaco (Cristina) - Republicanos, Anarquistas e Comunistas no Exílio

(1927-1936).

A presente obra pretende ser um contributo para a história da emigração política do século XX, através do estudo do caso português, inserindo-se  no contexto europeu de oposição aos regime fascistas e autoritários do entre-guerras. (da contracapa).

Edições Colibri. 2017. 385 Págs. broch.
19,08 €.

Freire (João) - Anarquistas e Operários

Ideologia, ofício e práticas sociais: o anarquismo e o operariado em Portugal, 1900-1940.

Edições Afrontamento. 1992. 439 Págs. broch.
15,00 €.

Santana (Emídio) - Memórias de Um Militante Anarco-Sindicalista

Tempos de Luta de Adversidade e de Esperança.

Capa: Rui Perdigão.

Edição: Perspectivas & Realidades. Lisboa. S/D. 400 Págs. broch.
12,00 €.

Pereira (Joana Dias) - Sindicalismo Revolucionário, A História de Uma Idéa

O Sindicalismo Revolucionário foi a doutrina da acção. Assim, estabelecido o fim - a supressão do salariato - e o método - a acção directa contra o patronato e o Estado -, restava organizar o proletariado para a luta de classes, nos seus organismos próprios, ou seja, pôr em prática as deliberações dos congressos, Joana Dias Pereira.

Capa de Nuno Pacheco Silva.

Caleidoscópio - Edição. 2011. 212 Págs. broch. 15,00 €.

Brandão (Raul) - Os Operários

Fixação do texto, introdução e notas por Túlio Ramires Ferro.

Capa de António Pedro.

Edição: Biblioteca Nacional. 1984. 368 Págs. broch. Usado, bom estado.
18,00 €.


Carlos da Fonseca (1940-2017)

O historiador Carlos da Fonseca faleceu em Paris, no dia 9 de Maio, na sequência de uma doença com que se debatia, quase secretamente, há muitos anos, e que a partir de certa altura muito debilitou a sua actividade de autor.
Historiador do movimento operário e do anarquismo em Portugal, lega-nos, em particular neste domínio, uma obra considerável, das reedições comentadas de «textos esquecidos» aos quatro volumes, essenciais, da sua História do Movimento Operário e das Ideias Socialistas em Portugal (Europa-América), passando por volumes como Integração e Ruptura Operária (Estampa). Os seus últimos livros conhecidos, Para uma Análise do Movimento Libertário em Portugal e O 1º de Maio em Portugal,foram publicados pela Antígona.
Carlos da Fonseca nasceu em Peniche, onde começou a trabalhar aos 11 anos de idade, passando por diversos e provisórios ofícios. Nos anos 60, refractário ao exército colonial, exilou-se em França, onde fez longos estudos universitários, primeiro na Universidade de Paris VIII (Vincennes), depois na École Pratique des Hautes Études, onde se acentuou a sua vocação investigativa. Foi professor de história e cultura portuguesa na Universidade de Paris VIII e, posteriormente, na Sorbonne.
Personalidade de uma obstinada discrição, pode aplicar-se-lhe o verso programático de Luiza Neto Jorge «Não me quero com o tempo nem com a moda». Mas a sua veia satírica, embora pouco exposta, surgiu por vezes em textos não assinados como «Desratização», publicado na revista Pravda, em que investe contra os «fabricantes de opinião»: «Subindo pelos canos de esgoto do vedetariado servil, invadiram a imprensa, instalando-se nas redacções, para daí contagiarem, com visível perigo sanitário, as crédulas populações, através de doses de informação mercenária».
A sua obra de historiador rigoroso e influente está a necessitar de uma atenção redobrada. Nestas toscas linhas, daqui saudamos a sua memória de homem inteiro.
Júlio Henriques   

Preferi roubar a ser roubado!

AAVV.

Textos sobre o roubo revolucionário.

Tradução de Carlos Jacques e Mário Rui.

Edição: Barricada de Livros. Lisboa. 2017. 115 Págs. broch. € 8,00.


Gurvitch (Georges) - Proudhon e Marx

Tradução de Luz Cary.

Editorial Presença. 1980. 166 Págs. broch. Usado. € 6,00.

Reclus (Élisée) - O Homem e a Terra

Textos Escolhidos.

Não é tal ou qual estágio da existência pessoal e coletiva que constitui a felicidade, é a consciência de caminhar para um determinado objetivo, que queremos e criamos parcialmente por nossa vontade. Ordenar continentes, os mares e a atmosfera que nos envolve, "cultivar nosso jardim" terrestre, distribuir novamente e regular as convivialidades para favorecer cada vida individual de planta, animal ou homem, adquirir definitivamente consciência de nossa humanidade solidária, fazendo corpo com o próprio planeta, abranger com o olhar nossas origens, nosso presente, nosso objetivo  próximo, nosso ideal distante, é nisso que consiste o progresso, Élisée Reclus.

Edição e tradução de Plínio Augusto Coêlho.

Introdução de Georges Roques.

Cronologia por Ronald Creagh.

Intermezzo Editorial.

São Paulo. 2015. 430 Págs. broch. € 25,00.

Sam Mbah / I. E. Igariwey - África Rebelde

Comunalismo y anarquismo en Nigeria.

Puede el comunalismo tradicional de los pueblos africanos representar un elemento a partir del cual buscar una salida a la profunda crisis económica, social y política en que está sumida África? África rebelde indaga en torno a esta posibilidad, al tiempo que expone las razones del fracasso de los diferentes programas de "socialismo africano"  que aparecieran en alguns países africanos (Tanzania, Senegal, Guinea, etc.) con el proceso de independencia. Lejos de resolver los problemas del período colonial, los modelos e ideologias del socialismo estatalista prolongaron  las diferenças sociales, acentuaron la polarización de la riqueza y favorecieron  la concentracion del poder   en las nuevas élites surgidas con la descolonización. (da contracapa).

Traducción: Teresa Loscertales y Elisabet Corredor.

alikornio ediciones. Barcelona. 2000. 182 Págs. broch. Língua: Castellana. € 10,00.

Sousa (Manuel Joaquim de) - O Sindicalismo em Portugal

Manuel Joaquim de Sousa, operário manufactor de calçado, natural do Porto, nasceu em Paranhos. Muito novo começou a militar no movimento operário do Porto e, desde logo marca a sua inclinação pelas ideias anarquistas.

Prefácio e notas de Emídio Santana.

Edições Afrontamento. Porto. 1976. 242 Págs. broch. Usado. € 6,00.

(Chorão) Luís Bigote - Para Uma História da Repressão do Anarquismo em Portugal no Século XIX

seguido de
«A Questão Anarchista»
de
Bernardo Lucas, fac-similada da revista
A Ideia, editada no Porto 1898.
Edição: Livraria Letra Livre.
2015.
138 + 39 Págs. broch.
€ 16,00.


Baptista (Jacinto) - Surgindo Vem ao Longe a Nova Aurora

Para a história do diário sindicalista
A Batalha / 1919 - 1927.
Edição: Livraria Bertrand.
1977.
214 Págs. broch.
Usado.
€ 18,00.

Ai Ferri Corti

Confronto mortal com o existente,
os seus defensores e os seus falsos críticos.
Anónimo.
Tradução do Editores.
Edição: Textos Subterrâneos.
2015.
67 Págs. broch.
Fundos.
€ 3,00.