Trata-se de um aspecto da nossa decadência que escapou aos anarquistas, os mais recentes pelagianos, mas que tiveram sobre os seus antecessores a superioridade de rejeitar, por culto da liberdade, todas as cidades, a começar pelas «ideais», trocando-as por uma variedade nova de quimeras, mais brilhantes e mais improváveis do que as antigas. Se se insurgiram contra o Estado e reclamaram a sua supressão, é porque viram nele um obstáculo ao exercício de uma vontade fundamentalmente boa; ora, é precisamente por esta última ser má que o Estado nasceu; e se o estado desaparecesse, vê-la-íamos comprazer-se no mal sem quaisquer restrições. O que não impede que a ideia de aniquilar toda a autoridade continue a ser uma das mais belas alguma vez concebidas. e nunca choraremos bastante a extinção da raça dos que a quiseram realizar, E. M. Cioran.
Tradução de Miguel Serras Pereira.
Revisão de Andreia Baleiras.
Grafismo de Pedro Serpa.
Edição: Livraria Letra Livre.
Lisboa. 2014. 140 Págs. broch. € 14,00.
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Febvre (Lucien) - Combates pela História
Balandier (Georges) - O Poder em Cena
Ribeiro (Orlando) - Portugal, o Mediterrâneo e o Atlântico
Estudo Geográfico.
Apresentação por Suzanne Daveau.
Edições: Livraria Letra Livre.
Lisboa. 2011. 227 Págs. broch. € 16,00.
Apresentação por Suzanne Daveau.
Edições: Livraria Letra Livre.
Lisboa. 2011. 227 Págs. broch. € 16,00.
Robiquete (Jean) - A Vida Quotidiana em França
Burns (Edward McNall) - História da Civilização Ocidental
Martins (Guilherme d'Oliveira) - Oliveira Martins Uma Biografia
Dias (José dos Santos) - Memória Histórico-Topográfica das Caldas do Gerês
Melo (D. Francisco Manuel de) - Trechos Escolhidos
Engels (Friedrich) - A Origem da Família da Propriedade e do Estado
Catroga (Fernando) - Antero de Quental
História, Socialismo, Política.
Em Portugal, isso significava a contestação do statu quo nascido com a Regeneração e a anatematização das instituições (propriedade, igreja, monarquia) e dos valores éticos (utilitarismo) e estéticos (ultra-romantismo) que o legitimavam. Este assomo de entusiasmo e de optimismo iluminista tinha de arrebatar um espírito tão especulativo como o do jovem Antero,
Fernando Catroga.
Notícias Editorial. 2001. 267 Págs, broch. € 10,00.
Em Portugal, isso significava a contestação do statu quo nascido com a Regeneração e a anatematização das instituições (propriedade, igreja, monarquia) e dos valores éticos (utilitarismo) e estéticos (ultra-romantismo) que o legitimavam. Este assomo de entusiasmo e de optimismo iluminista tinha de arrebatar um espírito tão especulativo como o do jovem Antero,
Fernando Catroga.
Notícias Editorial. 2001. 267 Págs, broch. € 10,00.
As Grandes Datas do Islão
Pinto (José Nuno Pereira) - A Primeira República no Concelho de Arouca
Martins (Oliveira) - História da Civilização Ibérica
Reclus (Élisée) - O Homem e a Terra
Textos Escolhidos.
Não é tal ou qual estágio da existência pessoal e coletiva que constitui a felicidade, é a consciência de caminhar para um determinado objetivo, que queremos e criamos parcialmente por nossa vontade. Ordenar continentes, os mares e a atmosfera que nos envolve, "cultivar nosso jardim" terrestre, distribuir novamente e regular as convivialidades para favorecer cada vida individual de planta, animal ou homem, adquirir definitivamente consciência de nossa humanidade solidária, fazendo corpo com o próprio planeta, abranger com o olhar nossas origens, nosso presente, nosso objetivo próximo, nosso ideal distante, é nisso que consiste o progresso, Élisée Reclus.
Edição e tradução de Plínio Augusto Coêlho.
Introdução de Georges Roques.
Cronologia por Ronald Creagh.
Intermezzo Editorial.
São Paulo. 2015. 430 Págs. broch. € 25,00.
Não é tal ou qual estágio da existência pessoal e coletiva que constitui a felicidade, é a consciência de caminhar para um determinado objetivo, que queremos e criamos parcialmente por nossa vontade. Ordenar continentes, os mares e a atmosfera que nos envolve, "cultivar nosso jardim" terrestre, distribuir novamente e regular as convivialidades para favorecer cada vida individual de planta, animal ou homem, adquirir definitivamente consciência de nossa humanidade solidária, fazendo corpo com o próprio planeta, abranger com o olhar nossas origens, nosso presente, nosso objetivo próximo, nosso ideal distante, é nisso que consiste o progresso, Élisée Reclus.
Edição e tradução de Plínio Augusto Coêlho.
Introdução de Georges Roques.
Cronologia por Ronald Creagh.
Intermezzo Editorial.
São Paulo. 2015. 430 Págs. broch. € 25,00.
Costa (Eduardo Freitas da) - História do 28 de Maio
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