Textos Escolhidos.
Não é tal ou qual estágio da existência pessoal e coletiva que constitui a felicidade, é a consciência de caminhar para um determinado objetivo, que queremos e criamos parcialmente por nossa vontade. Ordenar continentes, os mares e a atmosfera que nos envolve, "cultivar nosso jardim" terrestre, distribuir novamente e regular as convivialidades para favorecer cada vida individual de planta, animal ou homem, adquirir definitivamente consciência de nossa humanidade solidária, fazendo corpo com o próprio planeta, abranger com o olhar nossas origens, nosso presente, nosso objetivo próximo, nosso ideal distante, é nisso que consiste o progresso, Élisée Reclus.
Edição e tradução de Plínio Augusto Coêlho.
Introdução de Georges Roques.
Cronologia por Ronald Creagh.
Intermezzo Editorial.
São Paulo. 2015. 430 Págs. broch. € 25,00.
