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A Batalha - Jornal de Expressão Anarquista

Todos de Pé - Lúcio Lima. O Falcão de Yeats: Sobre o Pacote Laboral e a Luta - Oriano, Ilustração_João Carola. A Guerra é a Saúde do Estado - Peter Gelderloos, Ilustração_Rui Moura. O Fascismo como Negação do Humano - João Aldeia, Ilustração_ André Lemos. BD. Breve Introdução à Política da Crueldade - Parte I de III - Hostis, Ilustração_Gonçalo Duarte. Manuel Firmo Durante a Guerra Civil de Espanha, Pós-tugal (BD), Diogo Barros. Cadernos de Antropologia II; Os Frequentadores de Galerias - Cláudio Leves-Calças, Ilustração_Inês Caldas. Vadeando o Cócito o que Fazer Quando Já Não Houver Noblogs - Evil Wizard Distro + Warzone Distro. A Mãe Mata - Fonso. Teoria dos Jogos na Era da Confusão - António de Azevedo, Ilustração_Inês Caldas. À Lupa - BD, A. A. V. V. Em Defesa de Uma Arte Queer Histérica (ou o Próximo Passo para uma Arte Revolucionária) - Ai Feith. Centro Anarquista Internacional de Artes Modestas - Ângela Cardinhos, BD.

VI Série - Ano XLII - nº 305. Quadrianual. Jul / Setembro 2026. 1,5 euros.


 

  

Mapa: Jornal de Informação Crítica

Dissidências e Resistências. O terramoto eleitoral e o mistério de Pitões das Júnias. O Europride enquanto pinkwashing. Electricidade transfeminista. Apontamentos queer. Palestina livre. Olhó Facho! Crónicas de uma derrota anunciada. Agroecologia em movimento. Curdistão em mudança. Deus, Nação e cabeças cortadas. A vida de outro modo. Da floresta ao artesanato da lã. A nossa defesa é o decrescimento. Luta e dor na poesia. Contra a tecnificação da vida. Carmo 81. O controlo de fogo.

A. A. V. V.

Número 46. Julho-Setembro 2025. Trimestral / Ano XIII. PVP. 2€.


 

Flauta de Luz nº 11 - Boletim da Topografia

Junho de 2025 - 196 pp., 10 €. Ed. e coord. Júlio Henriques. Grafismo Gonçalo Mota. Capa Miguel Carneiro, Ariana Victorino. 

«Habitar poeticamente o mundo é o opos-to de habitar tecnicamente o mundo. [...] É muito difícil habitar poeticamente um mundo infeliz, mas é possível. E é tanto mais necessário quanto o mundo se per-de, se deteriora, se despedaça.» Christian Bobin.


Neste número, a íntima relação entre desenvolvimento tecnológico e destruição é também ilustrada pelo que se passa em Portugal, quando o extractivismo de miné-rios passou a estar na ávida agenda dos governos e se tornou urgente desmontar a grande falácia da «transição energética». No plano global, no dossiê dedicado à Palestina, vemos no tecnológico genocídio do povo palestiniano uma decisiva demonstração daquilo que a civilização euro-americana tem de fatídico: Israel, o Estado criado no Médio Oriente por duas potências ocidentais, a Grâ-Bretanha e a França, aplica agora totalmente o modelo colonial de extermínio com que veio ao mundo o país chamado Estados Unidos da América. E que o Estado sionista inflija um aniquilamento tecno-militar seme-lhante àquele que o Estado nazi infligiu à população judaica é demonstrativo do que significa o actual percurso civilizacional: Gaza é  o destino da humanidade, o pro-gresso  reduz-se ao progresso das coisas. Como mostra Ailton Krenak, «...o programa de longa duração do capitalismo é integrar-nos a todos como clientes e apagar a nossa memória de cidadania.» Dois estudos, «o pior país do mundo?», do naturalista americano Paul Donahue, e «Obsolescência da maldade», do filósofo alemão Günther Anders, expôem as pro-fundas ligações entre desen-volvimento industrial e irracionalismo. Na parte dedicada a África, faz-se «uma descoberta africana»: a rejeição por popu-lações camponesas do Senegal do modo europeu de exploração da terra e do trabalho. este número incluiu humor, poesia e ficção de Abdul Kader El Janabi, Alfred Jarry, As-ma Azaieh, Christian Bobin, David Diop, David Watson, Fadwa Tugan, José Miguel Gervásio, Júlio Henriques, Marilynn Ra-shid, Miguel Bermejo, Slawomir Mrozek. Desenho e fotografia de Acção colectiva, André Lemos, António José Lopes, Atom Gobi, Bruno Borges Jean-Michele, Beaudet, José feitor, Juan R. Fuentes, Mariya neveyetaylo, Miguel Carneiro.

Staid (Andrea) - Uma Casa Viva: Reparar os espaços, aprender a construir

Precisamente porque vivemos num mundo que ecologicamente se encontra na margem do colapso, é urgente repensar o nosso habitar, fundido as práticas do passado pré-industrial com os progressos do presente. Acredito, portanto, que é fundamental reflectir sobre o espaço e arquitectura indígenas, porque podem oferecer-nos exemplos de formas diferentes de ver e interpretar o presente, para além de nos ajudarem a compreender o significado profundo do verbo "habitar". (da contracapa).



Tradução: Moreno Paulon.

Revisão: Mário Rui Pinto e Sílvia Jorge.

Capa e contracapa: Sílivia Jorge (a partir de fotografia de Andrea Staid).

Composição gráfica: Joana Pires.

Barricada de Livros.

Lisboa, 2024, 160 Págs. broch. Novo.

9. €




Mapa: Jornal de Informação Crítica

Outros 50 Anos - A urgência de habitação condigna e o SAAL - Memória da Coimbra radical dos anos 1970 - da Revolução Impossível - e do 25 de Abril em Leiria - Mulheres: o 25 de Abril começou em África - Crise Ecológica: Entrevistas ao Climáximo e à Greve Climática Estudantil - Vandana Shiva - Cabeça ao Avesso - A especulação contra o associativismo - A fúria especulativa não ataca apenas o direito à habitação, mas os espaços que mantêm vivo o pensamento crítico - Construir até sufocar: Segunda parte da reportagem sobre o processo de gentrificação da zona oriental do Porto - Estados Unidos: Sindicalismo em tempos soturnos - Cooperativas de habitação - Monocultura de Startups.

Número 41. Abril-Junho 2024. Trimestral/Ano XI. PVP: 2€.



Flauta de Luz . Boletim de Topografia

 Nº 9 . Junho de 2022.

Esta Flauta apresenta textos sobre a guerra, a história americana, julian Assanje, de « paladino da imprensa», nu suprimento litrário avulso - falta de luz da revista, pode-se ler fosfóro e Desaforo por JH, civilização, um outro mundo é possível Zapatistas a viagem passou por portugal, ciência e fé, artistas a mais para tão pouca inquietação, ofício ermo, eu não tenho medo da europa - eles que venham, nota biográfica, um caderno a cores a presença de Artur Varela, o colapso da modernização, alguns casos, antes o mundo não existia, desafios para a decolonialidade, a minha liberdade, os índigenas são anarquistas? Uma santa estratégia, para uma antologia ameríndia contemporânea, filosofia e educação ambiental, suar - suava,  a complexidade tecnológica e a perda de acção, dois poemas de Jan Zwicky, internet motor do capitalismo? Fazer o mundo - os jardins ideais, o presente impossível, santos ofícios - loja de arte popular, a criança do umbral, da eclesiástica, panorâmica subterrânea de uma mosca, as pedras gritam por mim, Otelo - os ídolos com pés de barro, eros robótico, de Lénin a Cunhal - a maldição do esquerdismo, contra invasão russa e a guerra - solidariedade com o povo ucraniano, operação solidariedade, frente anarquista contra putin, corrida ao armamento - as empresas adjudicatárias do pentágono, a guerra é um crime contra a humanidade, entrevista com Yuri Sheliazhenko, notas de leitura.

A.A.V.V.

Director e editor: Júlio Henriques.

Design gráfico e paginação de Gonçalo Mota.

Desenho e pintura: António José Lopes e António Luís.


€ 12,00.

Mazzola (Andrea) - Transumano Mon Amour

Notas Sobre O Movimento H+.

Escritos 2015-2019.

Com efeito, se nos últimos anos a ciência foi tão mediatizada e preconizada em acontecimentos que amiúde se caracterizam pelos seus lemas grandiloquentes, que não podem deixar de suscitar uma certa irritação, isso deve-se ao facto de esses acontecimentos não serem apenas debates académicos ou científicos, mas sobretudo apresentações ao público de experiências H+: da inteligência artificial às maravilhas da web, das smart cities à biometria, da nanotecnologia à engenharia genética (com os sectores industriais da velha geração a servir de base), experiências que recebem enormes financiamentos, inclusive públicos, e que estão a arruinar tanto o mundo quanto a condição humana, Andrea Mazzola.

Ilustrações de Tidi.

Revisão de Pedro Morais.

Capa e paginação por Pedro Mota.

Edição: Mapa - Jornal de Informação Crítica.

€ 12,00.



Mapa: Jornal de Informação Crítica

Em destaque: Transição Extrativista o que representa a prática extrativista, num mundo apostado na transição energética? Entrevista a Godofredo Pereira. Chile: já quase não há flamingos no salar de Atacama. As lutas dos povos indígenas e a luta das populações contra as minas em Portugal. As Lutas Agrárias no Sul, onde as estufas invadem as terras do Alentejo e Algarve, e a agricultura camponesa é condenada à seca e os trabalhadores à exploração. Zapatistas na Europa, ao encontro das lutas da Europa insubmissa e dos de baixo. E também, Crítica à Democracia Liberal. Kaminsky: a arte da falsificação.  Recordar Alcindo Monteiro. Entrevista à Musas associação cultural, desportiva e agro-ecológica. E crítica da tecnologia e de livros. 

Número 31. Julho- Setembro 2021. PVP. 1,50€.




Flauta de Luz

Boletim de Topografia Nº 6.

AAVV.

Ordenaremos as nuvens e impediremos as tempestades, reteremos as exalações pestilentas, investigaremos os terramotos para os desenterrar, dissipando os seus gases nocivos, esventraremos os vulcões para lhes tirar o veneno, extraindo a semente. Limparemos a água, aqueceremos o fogo, esfriaremos o gelo e escoraremos a terra. Ensinaremos os pássaros a voar, os peixes a nadar, os ruminantes  a ruminar. Já era tempo de nos dedicar-nos a tais coisas! E que poderá fazer o homem para melhorar e embelezar todo o sistema? Para que as estrelas brilhem mais? Para que o Sol seja mais radiante e jubiloso, e a Lua mais plácida e satisfeita? E não poderá ele aperfeiçoar a cor das flores e a melodia dos pássaros?
...
Pouco nos interessam as mais prodigiosas invenções dos tempos modernos. São um insulto à natureza.

H. D. Thoreau, «Paradise (To Be) Regained», 1843.
(da contracapa).

Director e editor: Júlio Henriques.

Design gráfico e paginação: Gonçalo Mota.

Ilustrações: Álvaro Nogueira, André Montanha, Bruno Borges, Gerharder Haderer, Gonçalo Mota, José Miguel Gervásio, Maria Ramalho, Miguel Carneiro, Rosa Gauditano e Sol Morgenstern.

Na capa fotografia de Rosa Gauditano.

Tradução (salvo outra indicação): Júlio Henriques.

Revisão: Alice Corinde.

2019. 275 Págs. broch.
PVP. 10,00 €.


Flauta de Luz . Boletim da Topografia

Nº 5. Abril de 2018.

AAVV.

Editor e coordenador: Júlio Henriques.

Design gráfico e paginação: Gonçalo Mota.

Ilustrações: Adbusters, Agustín Víctor Casasola, Alec Dempster, Álvaro Nogueira, Ana Tomás, André Santos, Bobby Stevenson, Bruno Borges, Claudia Andujar, Cristina Cautela, Edward S. Curtis, Gord Hill, Gertrude Käsebier, Imme van den Berg, Jens, Joan Villaplana, José Guadalupe Posada, Maria Ramalho, Miguel Brieva, Miguel Carneiro, Rosa Gauditano, Ruca Bourbon, Tiago Mourato.

Na capa: pintura de Miguel Carneiro.

Na contracapa: pintura de Teresa S. Cabral.

Tradução (salvo outra indicação): Júlio Henriques.

303 Págs. broch.
PVP. 10,00 €.

Marcuse (Herbert) - O Homem Unidimensional

Sobre a Ideologia da Sociedade Industrial Avançada.

Quanto mais racional, produtiva, técnica e total se
torna a administração repressiva da sociedade, mais
difíceis de imaginar se tornam os meios através dos
quais os indivíduos administrados poderão quebrar
a sua condição servil e conquistar a sua própria
liberdade. (da contracapa).

Tradução de Miguel Serras Pereira.

Revisão de Andreia Baleiras.

Grafismo de Pedro Serpa.

Edição: Livraria Letra Livre.

Lisboa. 2011. 319 Págs. broch. € 20,00.