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Yves Delhoyse - Georges Lapierre - El incendio milenarista

Los Movimentos milenaristas tienen un proyecto social universal inmediato que no versa sobre las formas particulares en las que se asienta y organiza el orden social existente, sino sobre este orden en sí, sobre el principio que le subyace. Las herejías milenaristas de la sociedade medieval atacan de forma directa el fundamento de la autoridade espiritual  de la iglesia: el sacramento. Ponen en tela de juicio el principio que, tanto en el sentido etimológico de juramento como en el religioso de consagración, avala la organización de la feudal en su conjunto, Yves Delhoysie - Georges Lapierre.

Nesta obra, El milenarismo y la caída del mundo cristiano. Movimentos mesiánicos y bandidaje social en el nordeste brasileño.  Homenagem a Melanesia...

Traducción: Federico Corriente, Sandra Chaparro y Francisco Madrid.

Pepitas de calabazas ed.

2008. 392 Págs. broch. Língua: Espanhola.
22,00 €

Vaneigem (Raoul) - Pela abolição da sociedade mercantil por uma sociedade que exalte a vida

Deixemos de ignorar o que decorre sob os nossos olhos: uma revolução está em vias  de se processar, ela apregoa um regresso ao valor do uso, o desenvolvimento das energias renováveis, a fecundidade natural das terras e dos oceanos, o fim do trabalho servil e o reino da criatividade. Trata-se, nem mais nem menos, de uma revolução económica que procurará triturá-nos servindo-se da mercadoria renovada como isco. Cabe a nós ultrapassá-la, instaurado a gratuidade da vida, Raoul Vaneigem.

Tradução: Carlos Correia Monteiro de Oliveira.

Editorial Teorema. Lisboa. 2003. 126 Págs. broch.
7,00 €.

Guía para o Descenso Enerxético


Este repto ético é crucial na história da humanidade e não é impraticável. Procuramos novos modelos económicos  por estarmos disconformes com o atual, evidentemente, mas também por um facto inquestionável  que a guia aborda sem mordaças: porque o petróleo tem os dias contados, Teresa Moure.

O livro tem a virtude de situar de maneira ajeitada o risco evidente do colapso. (...) focaliza a sua atenção no cenário próprio da Galiza e avisa-nos pelo miúdo das consequências esperáveis do início da era post-petróleo, ao tempo que reclama uma contestação franca da lógica do capitalismo e reivindica uma renascença da vida rural entre nós, Carlos Taibo.

Esta Guía detalla cuales serán los impactos psicológicos y sociales previsibles, pero también cómo organizar el transporte, (...) e hogar y su consumo mínimo; cómo atender en lo posible la salud en ese entorno, la educación y su nuevas formas, como ejercer uma economía biofísica y no especulativa como la actual o cuales son los cambios interiores que deberían experimentar los seres humanos sometidos a ese proceso de cambio, Pedro Prieto.

A enerxía é e vai seguir sendo cada vez náis cara, menos abundante e disponíbel en cantidades decrecentes, por terse alcanzado o teito de extracción do petróleo convencional e estar próximos os do carbón e o gas natural. Nestas circunstancias o modelo económico actual deixará de ser viábel e terá que mudar desde a raíz. É precisamente aí, na base social, onde debe comezar a trransformación e é a quen nos diriximos principalmente, Xoán R. Doldán.

Edição e texto de Asociación Véspera de Nada.
Coordinación: Manuel Casal Lodeiro
Illustracións: Antía Barba Mariño
Língua: Galega.
Galiza. 2014. . 314 Págs. broch.
12,00 €.

Jordi Solé e Francesc Sardà - Por que é que a Crise non acabará Nunca

Este non é un libro máis sobre a crise económica, nin é un libro máis sobre o teito do petróleo, a pesar de que trata ambos temas. Tampoco é un libro con información  única ou inédita. Porén, a maior virtude desta obra é ser capaz  de sintetizar en pocas páxinas as cuestions máis relevantes que permiten observar unha mesma realidade que manifesta diversas faces. E isto, que poderia semellar simples, en verdade é uma ardua tarefa que os autores culminamcon éxito. Dar resposta a tantos interrogantes como os que se abren cando se formula a cuestión dunha diminución drástica da dispoñibilidade de petróleo convencional nun futuro próximo obriga, as máis das veces,  a extensas explicacións que non sempre  son fáciles  de comprender para persoas non especializadas nesta temática. Alén diso, circula moita información que, sobre postulados non sempre demostrábeis, tende a menosprezar o problema con argumentos tecnoptimistas, ou baseados nunha fe cega na capacidade ilimitada dos mercados para axustar os problemas de escaseza de qualquer tipo de recurso, Xoán R. Doldán García.

Edição: Asociación Touda / Véspera de Nada.

Tradución (para o Galego): Manuel Saavedra.

Galiza. 2016. 44 Págs. broch.
7,00 €.

Vaneigem (Raoul) - Arte de Viver Para a Geração Nova

Livro de referência de Raul Vaneigem, um dos mais activos membros da Internacional Situacionista, que serviu de alimento teórico do Maio de 68, tonando-se uma obra marcante da contra-cultura dos anos 70. Num estilo poético e intempestivo, Vaneigem denuncia os sortilégios da sociedade de consumo, proclama a necessidadende inverter de forma radical a ordem social dominante e incentiva as novas gerações a viverem em função do desejo e do prazer.
Tradução : José Carlos Marques.

Tradução do prefácio por Júlio Henriques.

Texto fixado por Andreia Baleiras.

Edição: Livraria Letra Livre.

Lisboa. 2014. 356 Págs. broch.
16,00 €.

Flauta de Luz . Boletim da Topografia

Nº 5. Abril de 2018.

AAVV.

Editor e coordenador: Júlio Henriques.

Design gráfico e paginação: Gonçalo Mota.

Ilustrações: Adbusters, Agustín Víctor Casasola, Alec Dempster, Álvaro Nogueira, Ana Tomás, André Santos, Bobby Stevenson, Bruno Borges, Claudia Andujar, Cristina Cautela, Edward S. Curtis, Gord Hill, Gertrude Käsebier, Imme van den Berg, Jens, Joan Villaplana, José Guadalupe Posada, Maria Ramalho, Miguel Brieva, Miguel Carneiro, Rosa Gauditano, Ruca Bourbon, Tiago Mourato.

Na capa: pintura de Miguel Carneiro.

Na contracapa: pintura de Teresa S. Cabral.

Tradução (salvo outra indicação): Júlio Henriques.

303 Págs. broch.
PVP. 10,00 €.

Taylor (John) - O Circo das Vaidades

A Cultura da Riqueza e do Poder.

Os Estados Unidos nos anos 80 do século XX, o início da adoração do dinheiro.

Tradução de Jorge Pinheiro.

Publicações Europa-América. 1991. 193 Págs. broch.
7,00 €.

Cão Celeste 12

AAVV.

Desenho de capa: Bruno Borges.

Direcção de Inês Dias e Manuel de Freitas.

Coordenação gráfica de Luís Henriques.

Edição: Cão Celeste.

2018. 117 Págs. broch.
16,00 €.

Clézio (J. M. G. Le) - Índio Branco

O encontro com o mundo índio não é hoje um luxo. Tornou-se uma necessidade para quem quer compreender o que se passa no mundo moderno, J. M. G. Le Clézio.

Traduzido do francês por Júlio Henriques.

Fenda Edições.

1989. Lisboa. 132 Págs. broch. Ilustrado. 10,00 €.

Bosquet (Michel) - Crítica do Capitalismo Quotidiano

O Concreto e o Quotidiano no Reino do Capital.

Melhor do que uma exposição teórica, as análises vivas e concisas que integram este volume dão-nos todo o panorama do reino do Capital - a sua civilização, as suas leis, a sua política - e de tudo aquilo que, nos factos ou apenas nos nossos desejos, o recusa e o contesta. (da contracapa).

Tradução de: Diogo Quintela.

Iniciativas Editoriais. 1976. 2 Volumes. 209 + 237 Págs. broch. Usado. 13,00 €.


Mapa: Jornal de Informação Crítica


AAVV:
Número 19
Fevereiro - Abril 2018
Trimestral / Ano V
PVP: 1€.

Flauta de Luz


Boletim de Topografia . Nº 4.

AAVV.

Editor e coordenador: Júlio Henriques.

Design e paginação: Gonçalo Mota.

Na capa: pintura de Tiago Mourato.

Na contracapa: pintura de Teresa S. Cabral.

Ilustrações: AAVV.

2017. 262 Págs. broch. € 10,00.



Os Cangaceiros

A imigração é um mecanismo central do sistema capitalista: todos os indivíduos nesta maldita terra dependem, todos, de um poder único, a mercadoria. Mas, nesta dependência comum, estão sujeitos à separação e à hierarquia sobre as quais se baseia a sociedade, Yves Delhoysie.

Tradução de Carlos Jacques e Mário Rui Pinto.

Desenhos de Almeida Quadros.

Barricadas de Livros. Lisboa. 2017. 174 Págs. broch. 10,00 €.

Mapa: Jornal de Informação Crítica

AAVV.

Número 17. Julho-Setembro. Trimestral/Ano V. PVP. 1€.

Zahar (Renate) - Colonialismo e Alienação

Na obra de Franz Fanon . De Pele Negra, Máscaras Brancas a Condenados da Terra . Biografia de Franz Fanon . A situação colonial . Função do racismo . A negritude . A emancipação pela violência . Condições da emancipação? . O «homem novo», tarefa do Terceiro Mundo?

Tradução de Amadeu Graça do Espírito Santo.

Edição: Ulmeiro. Lisboa. 1976. 207 Págs. broch. Usado. € 7,00.

Olivo (Pedro García) - O Educador Mercenário

Para uma crítica radical das escolas da democracia.

Tradução: Paulo L. Marques.

Revisão: Pedro Morais.

Grafismo: Pedro Mota.

Edições: Textos Ígneos.

2017. 121 Págs. broch. € 5,00.


Debord (Guy) - O Planeta Doente


Quando sobre Paris pairam falsas nuvens, convém nunca esquecer que isso acontece por culpa do governo. A produção industrial alienada causa mau tempo. A revolução, o bom, Guy Debord.

Tradução e notas por Júlio Henriques.

Revisão de Andreia Baleiras.

Edição: Livraria Letra Livre.

Lisboa. 2014. 88 Págs. broch. € 12,00.

Olivo (Pedro García) - O Irresponsável

Contra o Irresponsável maquina-se a Reforma... E tanto contra a incompetência do tirano insuportável, odiado pelos seus alunos precisamente por degradar o classicismo, quanto contra a irresponsabilidade do Libertino anárquico, empenhado em brincar cinicamente com os tópicos modernos para desacreditá-los pouco a pouco. Só duas figuras chamam, então, a atenção dessa nova Inquisição da Didática preparada pelos reformadores do nosso tempo: o autoritarismo sem máscara que põe, assim, a descoberto toda a barbárie do ensino tradicional e o antiprofessor suicida que, de tanto combater a educação, se destrói a si mesmo perante o olhar dos seus alunos.
Tradução: Pedro Morais.
Edição: Textos Ígneos.
2016. 142 Págs. broch. € 5,00.

Cão Celeste 9

AAVV.

Desenho da capa: André Lemos.

Direcção de Inês Dias e Manuel de Freitas.

Coordenação gráfica de Luís Henriques.

Lisboa. 2016. 130 Págs. broch. € 16,00.

Reeve (Charles) - Portugal numa Europa de geometria variável

A reforma agrária post-25 de Abril pusera termo à exploração latifundiária e à figura odiosa do grande proprietário absentista, perdendo a classe dos trabalhadores agrícolas sem terra deste modo, e de repente, o inimigo ancestral contra o qual forjara a sua identidade social e política, Charles Reeve.

Tradução de Júlio Henriques.

Edição: Albatroz. Paris. 1994. 39 + 39 Págs. broch. Língua: Francês/Português. € 5,00.