Que seria o oposto do trabalho? A paixão por uma actividade escolhida livremente e não por razões exclusivamente alimentares ou associadas ao prestígio social. Uma actividade desinteressada, electrizante e absorvente, onde não existisse consciência do tempo, tal como quando acontece com o jogo. É possível encontrar ainda essa experiência entre escritores, filósofos, homens da ciência, artistas e os poucos privilegiados que tiveram a possibildade de organizar o seu trabalho segundo as suas próprias intenções, longe dos horários rígidos e da divisão drástica entre emprego e lazer. Numa actividade assim, o trabalho não é um cativeiro, mas tempo vivido em liberdade, Vivian Abenshushan.
Tradução de Pedro Meneses.
Revisão de Carina Correia.
Capa e paginação de Eduarda Fontes.
Cutelo.
Janeiro de 2026. 319 Págs. broch. Novo.
15. €