Fondane (Benjamin) - Titanic


Tradução: Diogo Paiva. Prefácio: Monique Jutrin. Revisão: Carina Correia. Design: João Bicker. Fotografia da capa: Maria Bicker.

VS. Maio de Dois Mil e Vinte e Seis. 83 Págs. broch. Novo. 15. € 

Quignard (Pascal) - Morrer de Pensar

Último Reino IX.

Tradução de Diogo Paiva. Posfácio de Pedro Meneses e Cristina Álvares. Revisão de Carina Correia. Capa e paginação de Eduarda Fontes.

Cutelo. Maio de 2026. 210 Págs. broch. Novo. 15. €



Stevenson (Robert Louis) - Viagens com uma Burra pelas Cevenas

(1879). 

Tradução: Sara Veiga. Revisão de texto: Nuno Abreu. Concepção gráfica e paginação: Miguel Félix. Ilustração para a capa e contracapa: Pedro Sousa Pereira.

De A a Zola. Maio de 2026. 140 Págs. broch. Novo. 16. €


 

Marder (Michael) - Filosofia no Lixo

Uma Fenomenologia da Devastação. Com obras de Anaïs Tonder.

Em Filosofia no Lixo, Michael Marder defende que, no século XXI, o próprio ser se tornou num vazadouro. Com o apoio da filosofia, teologia, ecologia, psicologia e arte. Marder analisa fenómenos como microplásticos  na água, toxicidade química e social, poluição sonora e luminosa, trauma psíquico e ecológico, bem como o excesso de informação. Na época do Antropoceno entendido como uma «lixeira» global, onde a Terra está a ser progressivamente convertida num enorme depósito gerados pela produção industrial e pelo consumismo, o vazadouro afecta também o corpo e a mente, empobrecendo a percepção  e provocando distúrbios de metabolismo na existência contemporânea... (da contracapa).

Tradução: Miguel Serras Pereira. Revisão: António Barrancos. Design: João Bicker. Composição: joão Félix.

VS. Abril de 2026. 247 Págs. broch. Novo. 19.€


 

 

Sillitoe (Alan) - A Solidão do Corredor de Fundo

Se os cumpridores da lei esperam impedir-me de dar passos em falso, estão a perder o seu tempo. Mais lhes vale encostarem-me a uma parede e encherem-me de balas. É a única maneira de me pararem, a mim e a mais uns quantos milhões. Porque eu tenho pensado muito desde que cheguei aqui. Eles podem passar o dia  a espiar-nos para ver se estamos a esgalhar o pessegueiro, ou se estamos a trabalhar bem e a praticar o nosso atletismo, mas não podem tirar um raio-X às nossas entranhas para descobrirem o que dizemos a nós próprios... (da contracapa).

Tradução: José Miguel Silva. Revisão: Andreia Baleiras. Capa e grafismo: Luís Henriques.

Maldoror. 2026. 226 Págs. broch. Novo. 16.€


 

Morris (William) - Notícias de Lugar Nenhum

Ou uma época de tranquilidade - um romance utópico.

Prefácio, aparato crítico e notas: Michael Löwy e Leandro Konder (in memoriam). Posfácio, pesquisa e coordenação: Roberto della Santa e Raquel Varela. Tradução, revisão e notas: António Simões do Paço. Curadoria artística: Urbano Rezendes. Direção editorial: José Ernesto de Chaves Rezendes.

Letras Lavadas.

Ponta Delgada, Julho de 2024. 330 Págs. Encadernação editorial. Novo. 22,93.€.


  

Pereira (Victor) - O Povo é Quem + Ordena

A Revolução dos Cravos 1974-1976.

O Povo é Quem mais Ordena aborda não só a dinâmica revolucionária, as tensões entre os partidos político e os militares e os receios diplomáticos internacionais que a revolução provocou, mas também os diferentes movimentos sociais que tentaram transformar radicalmente a sociedade portuguesa. Trata-se de uma síntese atualizada sobre o processo revolucionário português, que pensa em conjunto elementos que raramente são analisados de forma integrada. (da contracapa).

Tradução: Pedro Cerejo. Revisão: Marta C. Branco. 

Fora do Jogo.

Abril de 2026. 335 Págs. broch. Novo. 19.€.


 

Ponthus (Joseph) - Na Linha - Folhetos Fabris

Tradução de Diogo Paiva. Revisão de Andreia Faria. Capa e paginação de Laura Correia. 

Cutelo.

Abril de 2026. 248 Págs. broch. Novo. 14.€


 

Fukuyama (Francis) - Fim da História e o Último Homem

Tradução: Maria Goes. Capa: F. Rochinha Diogo.

Círculo de Leitores. Outubro de 1992. 382 Páginas, encadernação editorial. Usado.

12,50€


 

Pasolini (Pier Paolo) - Petróleo

Entre apontamentos narrativos, palimpsestos, visões e alegorias, a escrita recusa a forma estável  e escolhe o risco. O protagonista desdobra-se, como se a identidade fosse já um campo petrolífero em disputa. Mais do que contar uma história, petróleo investiga uma época. E a sua pergunta - quem governa o desejo, quem governa o mundo? - permanece sem repouso. (da contracapa).

Nova edição organizada por Maria Careri e Walter Siti. Tradução de José C. Barreiros. Prefácio e tradução dos acrescentos à nova edição de Hugo M. Santos. Revisão de Carina Correia. Design de João Bicker.

VS.

 Março de 2026. 808 Págs. broch. Novo. 28. €. 


Poesia so Século XX

 De Thomas Hardy a C. V. Cattaneo.

A. A. V. V. 

Antologia, tradução, prefácio e notas de Jorge de Sena.

Revisão de Andreia Baleiras. Capa e grafismo de Luís Henriques. 

Maldoror.

2026. 674 Págs. broch. Novo.

24.€


 

 

A Rosa Devorada Pelos Espinhos

Antologia Crítica da Poesia Portuguesa do Primeiro Quartel do Século XXI.

A. A. V. V.  Organização, selecção e notas de Diogo V. Pinto. João V. Rodrigues e Nuno dos S. Sousa.

Com intervenções de António Hess, Fernando Ramalho, João O. Duarte e Ricardo Norte.

 Língua Morta. Fevereiro de 2026. 615 Págs. broch. Novo.

20.€


 

Scott (James C.) - A Dominação e a Arte da Resistência

Discursos Ocultos.

Se a descodificação das relações de poder dependesse do pleno acesso ao discurso mais ou menos clandestino dos grupos subordinados, os estudiosos do poder - quer ao longo da história , quer no presente - encontrar-se-iam num beco sem saída. Salva-nos o facto de os discursos ocultos serem normalmente expressos de modo aberto - ainda que sob forma disfarçada. Nesta linha de pensamento, proponho que interpretemos os rumores, o falatório, as histórias tradicionais, as canções, os gestos, as anedotas e o teatro dos oprimidos como veículos que servem, entre outras coisas, para que os desvalidos insinuem uma crítica do poder ao mesmo tempo que se escondem por detrás do anonimato ou de leituras inócuas da sua conduta. Os mecanismos usados para para disfarçar a insubordinação  ideológica são, até certo ponto, análogos, segundo pude observar nas minhas próprias investigações, aos comportamentos que os camponeses e os escravos adoptam para disfarçar os esforços que desenvolvem para contrariar a apropriação material do seu trabalho, da sua produção e da sua propriedade: por exemplo, a caça (ou pesca) furtiva, as tácticas dilatórias no trabalho, o furto, a dissimulação, a fuga. No seu conjunto, poderíamos chamar a estas formas de insubordinação a infrapolítica  dos oprimidos. (da contracapa).

Apresentação: Fátima Sá. Tradução: Miguel Serras Pereira. Capa: Bruno Inácio. Paginação: Rui Silva. 

Letra Livre.

Março de 2026. 340 Págs. broch. Novo. 20.€


  

 

 

Réquichot (Bernard) - Escritos Diversos

Fausto | Textos dispersos | Cartas a um amigo | Diário sem datas | Poemas | Escritas ilegíveis. 

Tradução de Joana Jacinto. Prefácio de Claire Viallat-Patonnier. Paginação e grafismo de Paulo da Costa Domingos.  Capa com uma pintura do autor, no miolo outros quatorze trabalhos seus (desenhos, colagens, pinturas). 

Barco Bêbado.

Lisboa 2026. 197 Págs. broch. Novo.

22. €


 

 

 

 

 

 

 

 

Le Brun (Annie) - Lufada de Ar

A começar pelo facto de estas releituras contemporâneas da história da utopia se guardarem muito bem de não distinguir entre as utopias de Estado e aquelas que apostaram, contra o Estado, na riqueza e na diversidade do campo social. De tal modo que esta confusão, habilmente alimentada, serve para neutralizar as mais perturbadoras dessas propostas que tentaram pensar a realidade social com maior distanciamento e elevação. Além disso, e à luz destas releituras, realistas até à caricatura, quando não até ao contra-senso, estamos a negar, aos poucos, a própria ideia de uma eficácia simbólica, aquela mesma de que a utopia faz precisamente a sua matéria e de onde retira a sua energia, tanto do ponto de vista individual como colectivo, Annie Le Brun.

Tradução de Matteo Pupillo. Posfácio de Eliane Robert Moraes. Capa de João Pedro Trindade. paginação e grafismo de Paulo da Costa Domingos.

Barco Bêbado.

Março de 2026. 136 Págs. broch. Novo.

18. €


 

Grünbein (Durs) - Velas de Ignição

Tradução de Maria Teresa Dias Furtado.

Revisão: Rui Miguel Ribeiro e Mariana Pinto dos Santos. 

Design e paginação de Rui M. Ribeiro.

Saguão.

Março de 2026. 272 Págs. broch. Novo.

17. €


 

Santos (José Hipólito dos) - A Vida Faz-se de Acasos e Valores

Organização de Irene Hipólito dos Santos. 

Este livro é o testemunho de um processo de memória. Através dele assiste-se ao retorno aos mesmos episódios, para encontrar novos sentidos. Na sua experiência na prisão, José Hipólito dos Santos conheceu os limites e as nuances da atrocidade da instituição policial; e foram postos à prova os seus limites pessoais, a sua capacidade física e anímica, não apenas para suportar, mas também para inventar espaços e testar valores de vida. Este é, com efeito, um ponto fulcral do seu trajecto, a que voltará vezes sem conta, pois permite-lhe chegar a lugares de pensamentos distintos. O pensamento assume a forma de uma espiral já que uma rememoração se dá a partir de novos ângulos e prismas. A evocação é distinta, porque a percepção do que acontece evolui. cada revisitação parece transitar para novos patamares, que desvelam marcas até aí sumidas, como se estivessem submersas nos meandros das histórias pessoais. A repetição da lembrança permite a revelação da marca, à semelhança de um negativo, para a tornar visível e comunicável, enfim, para a tornar memória. Esta é uma das belezas da obra, Irene Hipólito dos Santos.

Prefácio de Irene Flunser Pimentel.

Posfácio de Susana Martins.

Revisão de Pedro Morais.

Ilustrações e capa de Ivone Ralha.

Paginação de Pedro Mota.

Livraria Letra Livre.

Maio de 2025. 378 Págs. broch.

17,00 €.