Tradução de Diogo Paiva. Revisão de Andreia Faria. Capa e paginação de Laura Correia.
Cutelo.
Abril de 2026. 248 Págs. broch. Novo. 14.€
Tradução de Diogo Paiva. Revisão de Andreia Faria. Capa e paginação de Laura Correia.
Cutelo.
Abril de 2026. 248 Págs. broch. Novo. 14.€
Tradução: Maria Goes. Capa: F. Rochinha Diogo.
Círculo de Leitores. Outubro de 1992. 382 Páginas, encadernação editorial. Usado.
12,50€
Entre apontamentos narrativos, palimpsestos, visões e alegorias, a escrita recusa a forma estável e escolhe o risco. O protagonista desdobra-se, como se a identidade fosse já um campo petrolífero em disputa. Mais do que contar uma história, petróleo investiga uma época. E a sua pergunta - quem governa o desejo, quem governa o mundo? - permanece sem repouso. (da contracapa).
Nova edição organizada por Maria Careri e Walter Siti. Tradução de José C. Barreiros. Prefácio e tradução dos acrescentos à nova edição de Hugo M. Santos. Revisão de Carina Correia. Design de João Bicker.
VS.
Março de 2026. 808 Págs. broch. Novo. 28. €.
De Thomas Hardy a C. V. Cattaneo.
A. A. V. V.
Antologia, tradução, prefácio e notas de Jorge de Sena.
Revisão de Andreia Baleiras. Capa e grafismo de Luís Henriques.
Maldoror.
2026. 674 Págs. broch. Novo.
24.€
Antologia Crítica da Poesia Portuguesa do Primeiro Quartel do Século XXI.
A. A. V. V. Organização, selecção e notas de Diogo V. Pinto. João V. Rodrigues e Nuno dos S. Sousa.
Com intervenções de António Hess, Fernando Ramalho, João O. Duarte e Ricardo Norte.
Língua Morta. Fevereiro de 2026. 615 Págs. broch. Novo.
20.€
Nova Edição Ilustrada.
Organização e prefácio de Samuel B. Griffith.
Prólogo de B. H. Liddell Hart.
Evergreen. 2005. 272 Páginas, ilustrado, com capa dura. Usado.
12,50€
Discursos Ocultos.
Se a descodificação das relações de poder dependesse do pleno acesso ao discurso mais ou menos clandestino dos grupos subordinados, os estudiosos do poder - quer ao longo da história , quer no presente - encontrar-se-iam num beco sem saída. Salva-nos o facto de os discursos ocultos serem normalmente expressos de modo aberto - ainda que sob forma disfarçada. Nesta linha de pensamento, proponho que interpretemos os rumores, o falatório, as histórias tradicionais, as canções, os gestos, as anedotas e o teatro dos oprimidos como veículos que servem, entre outras coisas, para que os desvalidos insinuem uma crítica do poder ao mesmo tempo que se escondem por detrás do anonimato ou de leituras inócuas da sua conduta. Os mecanismos usados para para disfarçar a insubordinação ideológica são, até certo ponto, análogos, segundo pude observar nas minhas próprias investigações, aos comportamentos que os camponeses e os escravos adoptam para disfarçar os esforços que desenvolvem para contrariar a apropriação material do seu trabalho, da sua produção e da sua propriedade: por exemplo, a caça (ou pesca) furtiva, as tácticas dilatórias no trabalho, o furto, a dissimulação, a fuga. No seu conjunto, poderíamos chamar a estas formas de insubordinação a infrapolítica dos oprimidos. (da contracapa).
Apresentação: Fátima Sá. Tradução: Miguel Serras Pereira. Capa: Bruno Inácio. Paginação: Rui Silva.
Letra Livre.
Março de 2026. 340 Págs. broch. Novo. 20.€
Fausto | Textos dispersos | Cartas a um amigo | Diário sem datas | Poemas | Escritas ilegíveis.
Tradução de Joana Jacinto. Prefácio de Claire Viallat-Patonnier. Paginação e grafismo de Paulo da Costa Domingos. Capa com uma pintura do autor, no miolo outros quatorze trabalhos seus (desenhos, colagens, pinturas).
Barco Bêbado.
Lisboa 2026. 197 Págs. broch. Novo.
22. €
A começar pelo facto de estas releituras contemporâneas da história da utopia se guardarem muito bem de não distinguir entre as utopias de Estado e aquelas que apostaram, contra o Estado, na riqueza e na diversidade do campo social. De tal modo que esta confusão, habilmente alimentada, serve para neutralizar as mais perturbadoras dessas propostas que tentaram pensar a realidade social com maior distanciamento e elevação. Além disso, e à luz destas releituras, realistas até à caricatura, quando não até ao contra-senso, estamos a negar, aos poucos, a própria ideia de uma eficácia simbólica, aquela mesma de que a utopia faz precisamente a sua matéria e de onde retira a sua energia, tanto do ponto de vista individual como colectivo, Annie Le Brun.
Tradução de Matteo Pupillo. Posfácio de Eliane Robert Moraes. Capa de João Pedro Trindade. paginação e grafismo de Paulo da Costa Domingos.
Barco Bêbado.
Março de 2026. 136 Págs. broch. Novo.
18. €
Tradução de Maria Teresa Dias Furtado.
Revisão: Rui Miguel Ribeiro e Mariana Pinto dos Santos.
Design e paginação de Rui M. Ribeiro.
Saguão.
Março de 2026. 272 Págs. broch. Novo.
17. €
Organização de Irene Hipólito dos Santos.
Este livro é o testemunho de um processo de memória. Através dele assiste-se ao retorno aos mesmos episódios, para encontrar novos sentidos. Na sua experiência na prisão, José Hipólito dos Santos conheceu os limites e as nuances da atrocidade da instituição policial; e foram postos à prova os seus limites pessoais, a sua capacidade física e anímica, não apenas para suportar, mas também para inventar espaços e testar valores de vida. Este é, com efeito, um ponto fulcral do seu trajecto, a que voltará vezes sem conta, pois permite-lhe chegar a lugares de pensamentos distintos. O pensamento assume a forma de uma espiral já que uma rememoração se dá a partir de novos ângulos e prismas. A evocação é distinta, porque a percepção do que acontece evolui. cada revisitação parece transitar para novos patamares, que desvelam marcas até aí sumidas, como se estivessem submersas nos meandros das histórias pessoais. A repetição da lembrança permite a revelação da marca, à semelhança de um negativo, para a tornar visível e comunicável, enfim, para a tornar memória. Esta é uma das belezas da obra, Irene Hipólito dos Santos.
Prefácio de Irene Flunser Pimentel.
Posfácio de Susana Martins.
Revisão de Pedro Morais.
Ilustrações e capa de Ivone Ralha.
Paginação de Pedro Mota.
Livraria Letra Livre.
Maio de 2025. 378 Págs. broch.
17,00 €.
A Guerra é o estado natural duma sociedade que quer evitar as lutas sociais. Horta sem-fim. Especulação imobiliária, resistência e repressão. Encontro pelas Florestas: convergência nacional pela regeneração do território. Festival Coopera Futuros em Rede. O «eucaliptugal» travado na Galiza. Resistência popular vence mega fábrica da Altri. Governo passa cheque milionário para mina de lítio, mas o Barroso «vive e resiste». Mais Graça no quartel. Contra o «capitalismo de desastre», o «coletivismo de desastre». 31 de Janeiro em Turim contar as lutas (e a repressão). Desliga a censura, liga a Rádio Blackout. Curdistão - Baixaram as armas, e agora? Balas que furam o confortável vácuo das ideias. O que pode um nenúfar. Esperanteroj. Vozes de Dentro. Sempre cá estivemos, sempre aqui estaremos. O anarquismo quotidiano da revolução de Minneapolis é a sua maior força. «Isto é uma loucura, isto não pode ser real!» A história de uma deportação dos EUA para Portugal. Apontamentos de arame farpado. Quem põe pedras na? A história da bicicleta em Lisboa e o seu apagamento. Estudantes & Reforma Agrária. Entre Fronteiras e fogões: trabalhadoras domésticas imigrantes e os frutos podres do estado. Esforços para criminalizar a intolerância... Diógenes, o cão que ri. Desconstruindo a transição energética. Poesia. Baldios. A Princesa. Trinca 2126.2. Esta não é a nossa guerra.
A Minha Vida Punk.
Ao longo do relato de uma vida frenética, Gilles Bertin (1961-2019) abre-nos uma janela para a densidade dos meios punk e para a passagem à grande criminalidade no cruzamento com as lutas independentistas bascas. Este relato de fugas entra Espanha e Portugal mostra-nos desde as dificuldades do vício da heroína à chegada da Sida. É um testemunho que nos dá a ver a aventura louca de um grupo de punks e anarquistas que protagonizaram um dos maiores roubos do século XX... (da contracapa).
Esta edição portuguesa inclui uma Banda Desenhada de 24 Páginas de José Smith Vargas.
Chili Com Carne / Thisco.
Editado por Marcos Farrajota. Tradução: António Pedro Marques. Design: Joana Pires. Título de capa de José S. Vargas.
Abril de 2026. 197 + 22 Págs. broch. Novo.
15. €
«What's That, Nietzsche? Shut The Fuck Up.», Salato. As Primeiras Eleições Livres ou Como Todos Ganharam - M. Ricardo de Sousa, ilustração de André Lemos. Trauma «Infantil» - Ai Feith. Mal Percebido - Lúcio Lima. Não Estamos Todas, Faltam as Presas! - Colectivo Vozes de Dentro. BD. - Diogo Barros.
VI Série - Ano XLX - nº 304 - Quadrianual | Preço: 1,50 euros | Jan / Mar 2026.
Tradução: Henrique Fernandes.
Revisão de texto: Beatriz Marques Morais.
Design da capa e ilustrações: André Lemos.
Crosta.
Abril de 2026. 190 Págs. broch. Novo.
15,50 €
Poemas Escolhidos.
Selecção e posfácio de Rui Manuel Amaral.
Capa de Lina&Nando.
Composição, paginação, impressão e encadernação manual por Oficina Ponto & Vírgula.
Contracapa.
Vila Meã, Fevereiro de 2026, 81 Págs. broch. Novo.
8. €