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Jacob (Max) - O Copo de Dados

Prefácio de Michel Leiris.

Tradução de Luiza Neto Jorge.

Editorial Estampa. 1974. 223 Págs. broch.
8,00 €.

Dali (Salvador) - Mito Trágico do Angelus de Millet

Tradução: Célia Henriques / Vitor Silva Tavares.

Prefácio de V.S.T.

Foi composto e paginado por Inês Mateus.

Edição & etc.

Lisboa. 1998. 161 Págs. broch.
16,00 €.

Flauta de Luz


Boletim de Topografia . Nº 4.

AAVV.

Editor e coordenador: Júlio Henriques.

Design e paginação: Gonçalo Mota.

Na capa: pintura de Tiago Mourato.

Na contracapa: pintura de Teresa S. Cabral.

Ilustrações: AAVV.

2017. 262 Págs. broch. € 10,00.



Picasso (Pablo) - O Enterro do Conde de Orgaz

Precedido de
Não digo mais do que não digo de Rafael Alberti.

Seguido de
Todas as portas abertas de Alejo Carpentier.

Tradução de Vitor Silva Tavares.

Capa e hors-texte de Carlos Ferreiro.

Edição: &etc.

2001. 65 Págs. broch. € 9,00.

Nu No "Pop Songs"



parva - edições independentes, 2017

album de estreia numa edição limitada em objectos únicos c/ pinturas a pastel de óleo sobre papel, por Nuno Pinto:

30 cd-r c/ desenho - inclui pintura a pastel de óleo sobre papel com capa em folha de acetato (36 x 27 cm, aberto)

duração: 29min. / formato: cassete e cd-r / produtor: Pedro Centeno / autor: Nu No

Nuno Marques Pinto é performer, actor, encenador, musico e afins, lança o seu primeiro trabalho discográfico a solo; o resultado é POP SONGS, um disco herdeiro da velha tradição iconoclasta e subversiva que Rimbaud inaugura, santificado por Jarry, Dada e o Surrealismo, o teatro de Artaud, a Internacional Situacionista, P. Henry, Cage e a música concreta.

Ao habitar a cidade enquanto estúdio de gravação onde o acaso e o aleatório operam como instrumentos sónicos, a voz ganha corpo e o corpo voz, e o que escutamos é a passagem do tempo temperado com gritos e síncopes, criando assim um ruído assombroso que funciona como banda sonora desta coisa a que demos o nome de vida. 

Breton (André) - Manifestos do Surrealismo

O homem põe e dispõe. Só ele cabe pertencer-se todo inteiro, isto é, manter em estado anárquico a faixa cada vez mais temível dos seus desejos. A poesia ensina-lho, André Breton.

Tradução de Pedro Tamen.

Revisão: Andreia Baleiras.

Concepção gráfica: Pedro Motta.

Capa: Luís Henriques.

Edição: Livraria Letra Livre.

Lisboa. 2016. 358 Págs. broch. € 16,00.

Alexandrian - História da Literatura Erótica

Tradução de Iva Delgado.

Edição: Livros do Brasil. Lisboa. 1991. 512 Págs. broch. Usado. € 11,00.

Alexandrian - Os Libertadores do Amor

Tradução de Eduardo Cambezes.

Via Editora. Lisboa. 1979. 272 Págs. broch. Usado. € 6,00.

Desnos (Robert) - Jack o Estripador

Tradução de Rui Caeiro.

Capa de Gunilla Lervik.

Uma edição & etc.

Lisboa. 2001. 62 Págs. broch. € 9,00.

Péret (Benjamin) - La Poesia Surrealista Francese


Introduzione di Arturo Schwarz
Feltrinelli Editore
Língua: Italiana / Francesa.
Milano
1978
304 Páginas, broch.
Usado
€ 6,50

Prévert (Jacques) - Cenas


O Retábulo das Maravilhas.
Guignol.
Fantasmas.
Bela-Linguagem.
Anabiose.
Um Drama na Corte.
Secção de Objectos Perdidos.
Palavras e Música: O Refractário.

Uma edição & etc.
(em colaboração com Abril em Maio).

Lisboa. 2003. 113 Págs. broch. € 13,50.