Tradução de José Miguel Silva.
Revisão de Diogo Paiva.
Paginação e capa de Eduarda Fontes.
Cutelo.
Março de 2025. 120 Págs. broch. Novo.
12,00 €.
Tradução de José Miguel Silva.
Revisão de Diogo Paiva.
Paginação e capa de Eduarda Fontes.
Cutelo.
Março de 2025. 120 Págs. broch. Novo.
12,00 €.
Tradução de Diogo Paiva.
Revisão de Carina Correia.
Capa e paginação de Eduarda Fontes.
Cutelo.
Março de 2025. 61 Págs. broch. Novo.
12,00 €.
Tradução de António Cabrita.
Tradução dos poemas Zetho Cunha Gonçalves.
Revisão de Andreia Baleiras.
Capa e paginação de Luís Henriques.
Maldoror.
Fevereiro de 2025. 236 Págs. broch. Novo.
16,00 €.
Essas três semanas foram sórdidas e desconfortáveis, e evidentemente o pior estava para vir, pois a minha renda expiraria em breve. Contudo, não foi tão mau quanto eu esperava, pois, quando nos estamos a abeirar da pobreza, descobrimos algo que prevalece sobre tudo o resto. Descobrimos o tédio, e problemas mesquinhos, e o início da fome, mas também o grande aspecto redentor da pobreza: o facto de aniquilar o futuro. Dentro de certos limites, é um facto que quanto menos dinheiro temos, menos nos preocupamos. Quando tudo o que temos no mundo são cem francos, estamos sujeitos aos mais covardes pânicos... (da contracapa).
Tradução de José Miguel Silva.
Revisão de Andreia Baleiras.
Capa e grafismo de Luís Henriques.
Maldoror.
2025. 255 Págs. broch. Novo.
16,00 €.
Prefácio de Charles Bernstein.
Na poesia de Neeli Cherkovski, a retórica beat dissolve-se em riffs selvagens e de depois regressa à metáfora; bate, esquiva-se, inclina a cabeça em respeito ao desrespeito: em frente, o impulso como imagem, torna-se frases, torna-se momento sublime de gaguez, cambaleio, implosão; até que ondas de perda sejam lançadas num passeio de uma rua pachorrenta, em memória de um amigo, a noite escura de alma suja - sobranceira - azedando -, a bênção do engenho e a recusa da recusa, Charles Bernstein.
Prefácio de Charles Bernstein.
Tradução de António Gregório.
Paginação e grafismo de Paulo da Costa Domingos.
Barco Bêbado.
Fevereiro de 2025. 425 Págs. broch. Novo.
30,00 €.
Capa de Nuno Moreira.
Paginação e grafismo do autor dos poemas.
Barco Bêbado.
Fevereiro de 2025. 26 Páginas e agrafado. Novo.
15,00 €.
Foi em Amesterdão que se tornou activo nos movimentos Surrealista e Anarquista, tendo publicado nas décadas de 70 e 80 a revista anarquista Terra Livre e, depois, a revista anarco-surrealista Droomschaar (1990-1994). Actualmente divide o seu tempo entre Amesterdão e Aljustrel e entre o activismo anarquista, a pintura e a poesia. (da biografia).
Desenhos do autor.
Barricada de Livros.
Lisboa, 2024. 57 Págs. broch. Novo.
8. €
Novas Perspetivas da História dos Movimentos Sociais Oitocentistas Ibéricos.
Depois de um mítico encontro no Tejo com vários internacionalistas espanhóis, em 1872 José Fontana e Antero Quental estiveram envolvidos na fundação de uma federação de associações de resistência que organizaram o primeiro surto grevista em Portugal - a então designada Associação Fraternidade Operária. Este livro nasceu da necessidade de fazer um balanço historiográfico pelos 150 anos da criação deste movimento e de retomar a nível historiográfico as sinergias ibéricas que estiveram presentes nos movimentos operários e populares do século XIX.
Coordenadores: Joana Dias Pereira e Diego Palacios Cerezales.
Imprensa de História Contemporânea.
Outubro de 2024. 2019 Págs. broch. Novo.
15,00 €.
Editorial - Fronteiras Abertas Já! Os Ingovernáveis - BD. Solidariedade com os sequestrados no «buraco cavernoso estatal» de Lisboa. Surto? Onda? Vaga? Referendo popular: uma ferramenta criada sem a intenção de ser usada. Ajuda, que é de ti - Resistência à construção de mais um empreendimento de luxo. Regresso da ameaça mineira no Alentejo. Baztan: a criminilização da luta pela terra. Nem níquel nem cobalto, a natureza fala mais alto. I Dipos? O que fica depois do assassinato do Odair. Dos bairros testemunhos da violência policial. Portugal: a extrema-direita no poder. O apoio europeu aos atropelos dos direitos humanos na Tunísia tem de acabar. Itália retira fronteiras de domínio público. Nikos Maziotis e a «Luta Revolucionária» na Grécia. Leonardo Peltier, um combatente de regresso a casa. Todos os bairros importam. Pela autonomia rural. Mary Wollstonecraft e a correção dos males humanos. Entrevista - Sobre as pedras contra o esquecimento. Genocídio democrático. Outro jornalismo tem de ser possível - e o Mapa prova-o. Verbo fecundo. Reflorestar. Okupa e resiste. Uma solução para a Síria já existe no Nordeste da Síria? Além do tempo. Mataram a Sónia. A LUAR e o Desejo de Revolução. Renascer, mas como bastarda. Caril e assafrão. A Pracinha de Beja. Horóscopo 2025. Internacional Multiespécies - A Fuga dos Hamsters. Mula, um espaço de resistência no Barreiro. Mapa borrado - BD.
Nº 44. Janeiro-Março 2025. Trimestral/Ano 2025. PVP. 2€.
Poemas Escolhidos, versões de Amadeu Baptista.
Composição, paginação, impressão e encadernação manual por Oficina Ponto & Vírgula.
Vila Meã, Janeiro de 2025. 182 Págs. broch. Novo.
9,00 €.
Continuidade e Ruptura nos Movimentos Unitários da Luta contra a Dominação Colonial Portuguesa: 1911-1961.
« Ao nível colectivo, as gerações vindouras vão reter a vontade de organização e o espírito unitário, à escala dos cinco países sob dominação portuguesa, anunciador de iniciativa; a sobrevivência de personalidades notáveis pela sua coerência vertical entre os seus actos e as ideias nativistas, emancipadoras, fá-lo-á designar pelo poder colonial como elementos potencialmente subversivos.»
Introdução de Jean-Michel Mabeko Tali.
Tradução da Introdução: Mário Pereira.
Revisão: Andreia Baleiras.
Capa e concepção gráfica: Bruno Inácio.
Letra Livre.
2025. 356 Págs. broch. Novo.
16,00 €.
Organização e tradução de Fernando Ramalho.
Língua Morta.
Janeiro de 2025. 183 Págs. broch. Novo.
14,00 €.
Uma Antologia Poética.
Organização e tradução de João V. Rodrigues.
Capa partir de fotografia do autor.
Língua Morta.
Janeiro de 2025. 265 Págs. broch. Novo.
15,00 €.
Tradução de Miguel Cardoso.
Desenhos de Maria Lis.
Revisão de Diogo Paiva.
Capa e paginação de Eduarda Fontes.
Cutelo.
Fevereiro de 2025. 107 Págs. broch.
A Era da Impotência e o Horizonte de Possibilidade.
«As massas estão de facto a desvanecer-se, quase a esfumar-se. O surgimento de uma tecnologia posterior aos meios de comunicação social e promotora de uma comunicação em rede dispersou a multidão, transformando-a numa extensão de átomos ligados, ao passo que a precarização do trabalho tem vindo a desintegrar a proximidade física dos trabalhadores. Podemos, aliás, descrever a precariedade social como uma uma condição em que os trabalhadores vão mudando continuamente as suas posições individuais para que nunca ninguém encontre outra pessoa duas vezes no mesmo lugar. A colaboração sem proximidade física é condição da solidão existencial aliada a uma produtividade omnipresente.» (da contracapa).
Tradução de Vasco Gato.
Revisão de João Henrique Banha.
Design de João Bicker.
VS.
Janeiro de 2025. 262 Págs. broch. Novo
19,50 €.
«As Cartas que António Gramsci escreve a partir da prisão, durante a sua longa detenção nos cárceres fascistas, de 1926 a 1937, constituem um livro apaixonante. Uma obra que se torna involuntariamente literária e que ultrapassa os limites da simples correspondência, enriquecida por aquela beleza e criatividade que só uma obra de ficção consegue ter. Estamos dia nte de uma narrativa, da história de uma vida que se desenrola à nossa frente com uma tragicidade e emotividade raramente atingidas e emotividade nos textos epistolares. E a sua importância não é só literária, estes são textos que, apesar dos constrangimentos da censura fascista, se tornam fundamentais para percebemos o percurso ideológico e político do autor. Uma obra póstuma, um grito de dor e resistência que vê a luz só a seguir à morte do autor, 1937, poucos dias depois da sua libertação.» [Da introdução].
Organização e tradução de Rita Ciotta Neves.
Prefácio de Gianni Fresi.
Revisão de Diogo Paiva. Design de João Bicker.
VS.
Janeiro de 2025. 207 Págs. broch. Novo.
19,50 €.