Partidas, trajectos e chegadas - não seria possível ver neste elementos de construção uma imagem do curso da nossa vida e, ao mesmo tempo, da estrutura narrativa básica: introdução-desenvolvimento-conclusão? Se assim for, essa reprodução dos «modelos» segundo os quais vivemos as nossas experiências fundamentais podia ser uma das razões pelas quais a obra de John Ford é tão pregnante e tão memorável. talvez a definição que a Royal Academy dá precisamente de pregnância seja a melhor definição da arte de Ford: «Qualidade das formas visuais que captam a atenção do espectador pela simplicidade, equilíbrio ou estabilidade da sua estrutura». (da contracapa).
Tradução: Cristina Fernandes. Grafismo e paginação: Lina&Nando. Impressão: Oficina Ponto & Virgula.
Contracapa.
Junho de 2026. 376 Págs. broch. Novo. 15. €
