E retornamos à questão das eleições, isto é, ao espectáculo político eleitoral. É justo que a vontade do grande número se deva impor? É absurdo que esse número tenha alguma relação com a lógica. Muito pelo contrário, quantas vezes os abstencionistas, inconscientes e conscientes, constituem o maior número? Quantas vezes os eleitos são aquilo a que denominam "maioria relativa"? Por outro lado, tenha-se em conta que na comprida e larga História da humanidade, todos os progressos significativos foram alcançados através de luta levada a cabo por minorias ou muitas vezes por um só indivíduo amante da filosofia e, ou, da ciência, José Tavares.
Tradução: Carlos Ramos.
Prefácio: José Tavares.
Ilustração da capa: Alex Gaspar.
Nihil Obstat.
Coimbra. 16 Págs. broch. Fundos.
5.€
