O Oráculo Portátil e Arte da Prudência é o anacronismo sem erro, o exercício de futurologia sem mandamentos que o guie. O próprio título é perverso, pois desafia costumes que a prudência aconselha. As palavras surgem em contratempo, inclusive com o Barroco, que então perdia o brilho, e a audiência que procura não são os perdidos que necessitam de uma luz, mas o homem comum. O próprio oráculo que dá as respostas não é nenhuma divindade, nem um sobredotado , mas um homem de carne e osso, com dúvidas, Miguel Meruge.
Tradução e introdução de Miguel Meruge.
Revisão de Carina Correia.
Composição de João Félix/Aresta Criativa.
Design de João Bicker.
VS.
Novembro de 2022. 144 Págs. broch.
16. €
