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Mapa: Jornal de Informação Crítica

Neste jornal, protestos no Alentejo contra os impactes no território, nas pessoas e no ambiente pelas monoculturas agrícolas. O software livre num mundo fechado. Não às Minas, sim à vida! O Naturismo libertário. Hortas comunitárias no Porto. A visão decrescentista sobre as contestações internacionais pelo clima. Práticas e perspectivas do decrescimento por A. Cândido Franco. As lutas das mulheres. O Candomblé, na análise de J. Carmo Gomes. O massacre de Tiananmen, os vistos atribuídos à burguesia chinesa, pela pena de J. Valadas. O Jornal entrevista A Habita - Associação pelo direito à habitação e à cidade. Ainda a B. D. de  J. Smith,  Greve dos Combustíveis e Mercadorias...

Número 24.
Agosto-Outubro de 2019.
Trimestral / Ano VIII.
PVP. 1€.

Estupida

A. Sarmento Manso, Meireles de Pinho, A. Dasilva O., Alexandra Salomé, Luís Manteigas, Lopes da Silva, Fernando Guerreiro, Natascha Bell, Sophie Calle, Arne Svenson, Santiago Sierra, Dies Depoorter,
José Duarte, F. Perey Smith, Francisco Serra Lopes, Danyel Guerra, Vitor Gil Cardeira, Raul Simões Pinto, Neno, Alexandra Couts, Pedro Silva Sena e Luís Ferreira

Magazine.

Nº 7.

Maio 2019.

Edições Mortas, Black Sun editores e N edições.

52 Páginas, agrafado.
10,00 €.

Flauta de Luz

Boletim de Topografia Nº 6.

AAVV.

Ordenaremos as nuvens e impediremos as tempestades, reteremos as exalações pestilentas, investigaremos os terramotos para os desenterrar, dissipando os seus gases nocivos, esventraremos os vulcões para lhes tirar o veneno, extraindo a semente. Limparemos a água, aqueceremos o fogo, esfriaremos o gelo e escoraremos a terra. Ensinaremos os pássaros a voar, os peixes a nadar, os ruminantes  a ruminar. Já era tempo de nos dedicar-nos a tais coisas! E que poderá fazer o homem para melhorar e embelezar todo o sistema? Para que as estrelas brilhem mais? Para que o Sol seja mais radiante e jubiloso, e a Lua mais plácida e satisfeita? E não poderá ele aperfeiçoar a cor das flores e a melodia dos pássaros?
...
Pouco nos interessam as mais prodigiosas invenções dos tempos modernos. São um insulto à natureza.

H. D. Thoreau, «Paradise (To Be) Regained», 1843.
(da contracapa).

Director e editor: Júlio Henriques.

Design gráfico e paginação: Gonçalo Mota.

Ilustrações: Álvaro Nogueira, André Montanha, Bruno Borges, Gerharder Haderer, Gonçalo Mota, José Miguel Gervásio, Maria Ramalho, Miguel Carneiro, Rosa Gauditano e Sol Morgenstern.

Na capa fotografia de Rosa Gauditano.

Tradução (salvo outra indicação): Júlio Henriques.

Revisão: Alice Corinde.

2019. 275 Págs. broch.
PVP. 10,00 €.


Mapa: Jornal de Informação Crítica

AAVV.

Lutas contra a exploração mineral na Galiza e Portugal, o gás fóssil, a denúncia do aumento da capacidade aeroportuária portuguesa, a situação dos migrantes no sul de Portugal, a greve feminista em terras lusas,  a exportação de animais vivos, e crítica de livros.

Número 23.
Abril-Junho 2019.
Trimestral  / Ano VII.
PVP. 1€.

Pereira (João Martins) - Industria, Ideologia e Quotidiano

(Ensaio sobre o capitalismo em Portugal).

Edições Afrontamento. Porto. 1975. 251 Págs. broch. Usado.
7,00 €.

A Batalha

Jornal de Expressão Anarquista.
VI Série - Ano XLV - nº 282.
Nov/ Dez. 2018 - Bimestral - 0,70 euros.
Director: João Santiago.

Badal ( Marc) - Vidas a la intemperie

Nostalgias y prejuicios sobre el mundo campesino.

Seguido de
Mundo Clausurado.
Monocultivo y artificialización.

Vidas a la intemperie es uno de esos libros fundamentales para quienes trabajamos en el ámbito de la soberania alimentaria porque nos hace repensar y cuestionar algunas verdades asumidas; y porque rescata, además, histórias que nos inspiran  en la construción de resistencias que alimenten la memoria y orienten las práticas de quienes aún hoy nos empeñamos en mantener un mundo rural vivo, Irene Garcia Roces.

Fotografia y grafismo: Julián Lacalle y Miguel Ropero.

Editan: Pepitas e cambalache.

Logrono/ Oviedo. 2017. 214 Págs. broch. Língua: Espanhola.
17,00 €.


Moure (Teresa) - Politicamente Incorreta

Ensaios para um tempo de pressas.

Um ensaio que perpassa por várias temáticas, com principal destaque o Feminismo radical como possibilidade de superação da sociedade patriarcal o feminismo institucional e essa língua como forma do poder patriarcal. O nacionalismo galego ainda como libertação da sociedade Galega da colonização espanhola. A proposta decrescentista para quando o petróleo se esgotar? Um ensaio libertário sobre o tempo presente.

Capas: Pancho Lapeña.

Escultura da capa: Nevenka Pavic.

Língua: Galega/Portuguesa.

Através Editora.

Galiza. MMXIV. 348 Págs. broch.
17,00 €.

Vaneigem (Raoul) - Arte de Viver Para a Geração Nova

Livro de referência de Raul Vaneigem, um dos mais activos membros da Internacional Situacionista, que serviu de alimento teórico do Maio de 68, tonando-se uma obra marcante da contra-cultura dos anos 70. Num estilo poético e intempestivo, Vaneigem denuncia os sortilégios da sociedade de consumo, proclama a necessidadende inverter de forma radical a ordem social dominante e incentiva as novas gerações a viverem em função do desejo e do prazer.
Tradução : José Carlos Marques.

Tradução do prefácio por Júlio Henriques.

Texto fixado por Andreia Baleiras.

Edição: Livraria Letra Livre.

Lisboa. 2014. 356 Págs. broch.
16,00 €.

Illich (Ivan) - Para uma história das necessidades

O leitor tem em mãos algumas das mais vigorosas exposições alguma vez escritas das incumpridas  promessas da sociedade industrial. Passam por esta antologia algumas das facetas fundamentais desse incumprimento e da sua inevitabilidade, Jorge Leandro Rosa.

Nota do editor.

Prefácio de Jorge Leandro Rosa.

Edições-Sempre-em-Pé.

Águas Santas. 2018. 166 Págs. broch.
12,00 €.

Vaneigem (Raoul) - Pela abolição da sociedade mercantil por uma sociedade que exalte a vida

Deixemos de ignorar o que decorre sob os nossos olhos: uma revolução está em vias  de se processar, ela apregoa um regresso ao valor do uso, o desenvolvimento das energias renováveis, a fecundidade natural das terras e dos oceanos, o fim do trabalho servil e o reino da criatividade. Trata-se, nem mais nem menos, de uma revolução económica que procurará triturá-nos servindo-se da mercadoria renovada como isco. Cabe a nós ultrapassá-la, instaurado a gratuidade da vida, Raoul Vaneigem.

Tradução: Carlos Correia Monteiro de Oliveira.

Editorial Teorema. Lisboa. 2003. 126 Págs. broch.
7,00 €.

Jordi Solé e Francesc Sardà - Por que é que a Crise non acabará Nunca

Este non é un libro máis sobre a crise económica, nin é un libro máis sobre o teito do petróleo, a pesar de que trata ambos temas. Tampoco é un libro con información  única ou inédita. Porén, a maior virtude desta obra é ser capaz  de sintetizar en pocas páxinas as cuestions máis relevantes que permiten observar unha mesma realidade que manifesta diversas faces. E isto, que poderia semellar simples, en verdade é uma ardua tarefa que os autores culminamcon éxito. Dar resposta a tantos interrogantes como os que se abren cando se formula a cuestión dunha diminución drástica da dispoñibilidade de petróleo convencional nun futuro próximo obriga, as máis das veces,  a extensas explicacións que non sempre  son fáciles  de comprender para persoas non especializadas nesta temática. Alén diso, circula moita información que, sobre postulados non sempre demostrábeis, tende a menosprezar o problema con argumentos tecnoptimistas, ou baseados nunha fe cega na capacidade ilimitada dos mercados para axustar os problemas de escaseza de qualquer tipo de recurso, Xoán R. Doldán García.

Edição: Asociación Touda / Véspera de Nada.

Tradución (para o Galego): Manuel Saavedra.

Galiza. 2016. 44 Págs. broch.
7,00 €.

Flauta de Luz . Boletim da Topografia

Nº 5. Abril de 2018.

AAVV.

Editor e coordenador: Júlio Henriques.

Design gráfico e paginação: Gonçalo Mota.

Ilustrações: Adbusters, Agustín Víctor Casasola, Alec Dempster, Álvaro Nogueira, Ana Tomás, André Santos, Bobby Stevenson, Bruno Borges, Claudia Andujar, Cristina Cautela, Edward S. Curtis, Gord Hill, Gertrude Käsebier, Imme van den Berg, Jens, Joan Villaplana, José Guadalupe Posada, Maria Ramalho, Miguel Brieva, Miguel Carneiro, Rosa Gauditano, Ruca Bourbon, Tiago Mourato.

Na capa: pintura de Miguel Carneiro.

Na contracapa: pintura de Teresa S. Cabral.

Tradução (salvo outra indicação): Júlio Henriques.

303 Págs. broch.
PVP. 10,00 €.

Sepúlveda (Jesús) - O Jardim das Peculiaridades


O sistema estandardizador domestica. A domesticação é uma forma de domínio que transforma as criaturas vivas em seres caseiros apoltronados nos seus domos. Força, assim, à domiciliação, cuja expressão mais alta é o recolher obrigatório. como todos os sistemas, este gera os seus anticorpos: os desempregados que operam como exército de reserva laboral e os vagabundos sem teto que o sistema descarta, Jesús Sepúlveda.

Prefácio de John Zerzan.

Tradução: Pedro Morais.

Revisão de Júlio Henriques.

Edição: Textos Subterrâneos.

Lisboa. 2018. 123 Págs. broch.
5,00 €.

Taylor (John) - O Circo das Vaidades

A Cultura da Riqueza e do Poder.

Os Estados Unidos nos anos 80 do século XX, o início da adoração do dinheiro.

Tradução de Jorge Pinheiro.

Publicações Europa-América. 1991. 193 Págs. broch.
7,00 €.

Cão Celeste 12

AAVV.

Desenho de capa: Bruno Borges.

Direcção de Inês Dias e Manuel de Freitas.

Coordenação gráfica de Luís Henriques.

Edição: Cão Celeste.

2018. 117 Págs. broch.
16,00 €.

Bosquet (Michel) - Crítica do Capitalismo Quotidiano

O Concreto e o Quotidiano no Reino do Capital.

Melhor do que uma exposição teórica, as análises vivas e concisas que integram este volume dão-nos todo o panorama do reino do Capital - a sua civilização, as suas leis, a sua política - e de tudo aquilo que, nos factos ou apenas nos nossos desejos, o recusa e o contesta. (da contracapa).

Tradução de: Diogo Quintela.

Iniciativas Editoriais. 1976. 2 Volumes. 209 + 237 Págs. broch. Usado. 13,00 €.


Mapa: Jornal de Informação Crítica


AAVV:
Número 19
Fevereiro - Abril 2018
Trimestral / Ano V
PVP: 1€.

Flauta de Luz


Boletim de Topografia . Nº 4.

AAVV.

Editor e coordenador: Júlio Henriques.

Design e paginação: Gonçalo Mota.

Na capa: pintura de Tiago Mourato.

Na contracapa: pintura de Teresa S. Cabral.

Ilustrações: AAVV.

2017. 262 Págs. broch. € 10,00.



Os Cangaceiros

A imigração é um mecanismo central do sistema capitalista: todos os indivíduos nesta maldita terra dependem, todos, de um poder único, a mercadoria. Mas, nesta dependência comum, estão sujeitos à separação e à hierarquia sobre as quais se baseia a sociedade, Yves Delhoysie.

Tradução de Carlos Jacques e Mário Rui Pinto.

Desenhos de Almeida Quadros.

Edição: Barricadas de Livros.

Lisboa. 2017. 174 Págs. broch.
10,00 €.