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Baptista (Jacinto) - Surgindo Vem ao Longe a Nova Aurora...

Para a história do diário sindicalista A Batalha 1919-1927.

Jornal diferente dos outros (mesmo oposto aos outros), voz singular da imprensa portuguesa no período compreendido aproximadamente entre o fim da Primeira Guerra Mundial e o advento da Ditadura Militar, o diário A Batalha (1919-1927) é uma das mais salientes e vigorosas projecções do nosso movimento operário organizado. A sua linha de vida - nascimento, ascensão e morte (compulsiva) - acompanha e reflecte, durante quase uma década, a sorte do proletariado português na fase de deterioração mortal da I República. Subordinada a uma ideologia específica - o sindicalismo revolucionário -, A Batalha não foi solidária, ou raramente foi solidária, do regime que entendia ser a expressão política do principal inimigo: a democracia burguesa. Mas apenas um ano sobreviveu o jornal operário à I República. Afinal, o fascismo nascente era o mais temível inimigo de ambos; e da liberdade. Esta evocação tenta recuperar, para a memória colectiva, a imagem de um jornal incomum, que apesar de todas as limitações, próprias ou impostas, chegou a ser a terceira tiragem da imprensa portuguesa do tempo. (da contracapa).


Capa: Pedro Serpa.

Revisão: Andreia Baleiras.

Edição: Livraria Letra Livre . A Batalha.

Edição fac-símile a partir da sua 1. ª edição de 1977.

Lisboa. 2019. 214 Págs. broch.
15,00 €.

Flauta de Luz

Boletim de Topografia Nº 6.

AAVV.

Ordenaremos as nuvens e impediremos as tempestades, reteremos as exalações pestilentas, investigaremos os terramotos para os desenterrar, dissipando os seus gases nocivos, esventraremos os vulcões para lhes tirar o veneno, extraindo a semente. Limparemos a água, aqueceremos o fogo, esfriaremos o gelo e escoraremos a terra. Ensinaremos os pássaros a voar, os peixes a nadar, os ruminantes  a ruminar. Já era tempo de nos dedicar-nos a tais coisas! E que poderá fazer o homem para melhorar e embelezar todo o sistema? Para que as estrelas brilhem mais? Para que o Sol seja mais radiante e jubiloso, e a Lua mais plácida e satisfeita? E não poderá ele aperfeiçoar a cor das flores e a melodia dos pássaros?
...
Pouco nos interessam as mais prodigiosas invenções dos tempos modernos. São um insulto à natureza.

H. D. Thoreau, «Paradise (To Be) Regained», 1843.
(da contracapa).

Director e editor: Júlio Henriques.

Design gráfico e paginação: Gonçalo Mota.

Ilustrações: Álvaro Nogueira, André Montanha, Bruno Borges, Gerharder Haderer, Gonçalo Mota, José Miguel Gervásio, Maria Ramalho, Miguel Carneiro, Rosa Gauditano e Sol Morgenstern.

Na capa fotografia de Rosa Gauditano.

Tradução (salvo outra indicação): Júlio Henriques.

Revisão: Alice Corinde.

2019. 275 Págs. broch.
PVP. 10,00 €.


Romero (Eduardo) - Autobiografía de Manuel Martínez

Manuel Martinez es um personaje excepcional con una vida trepidante en la que el "rebelde primitivo" y el militante anarquista de suceden como el gusano y la mariposa en una crísálida, Santiago Alba Rico.

La vida de Manuel Martínez (Madrid, 1951) puede leerse como la historia subterránea de toda una generación de inadaptadas sociales; jóvenes de bairro que se enfrentaron a una maquinaria represiva que no se detuvo con la muerte del ditador. Su peripecia vital puede leerse como una contrahistoria de la España -de esa España salvaje- de la segunda mitad del siglo XX, que pasó del tardofranquismo a una democracia de consumidores.
Manuel entrará en el talego como um chorizo, como un quinqui de barrio, como uno más de los miles que sufrieron la aplicación de la Ley de Vagos y Maleantes -más tarde de Peligrosidade Social-, y saldrá de prisión convertido en un expropiador. (da contracapa).

Edição: Pepitas de Calabaza.

Grafismo: Julián Lacalle.

2019. 114 Págs. broch. Língua: Espanhola.
14,00€

Cleyre (Voltairine de) - Escrito(s) a Vermelho

Antologia de textos escolhidos 1890-1912.

Tradução de Carlos Jacques, Carlos Nuno, Mário Rui Pinto, Miguel Sousa e Pedro Morais.

Revisão de Ana Paula Pais, Carlos Jacques, Mário Rui Pinto e Sílva Jorge.

Outros contributos por Isabel Duarte e Miguel Serras Pereira.

Projecto gráfico de Ana Paula Pais.

Edição: Barricada de Livros.

Lisboa, 2019. 206 Págs. broch.
10,00 €.


A Ideia

Revista de cultura libertária.
II série - ano XLIV - vol. XXI -
n.º 84/85/86 Outono de 2018.

AAVV.

Capa e contracapa de Cruzeiro Seixas.

Editor: António Cândido Franco.

Évora. 2018. 316 Págs. broch. Ilustrado.
20,00 €.




A Batalha

Jornal de Expressão Anarquista.
VI Série - Ano XLV - nº 282.
Nov/ Dez. 2018 - Bimestral - 0,70 euros.
Director: João Santiago.

Charles Malato e Jean Grave - As theorias anarchistas

Estudos philosophicos-sociais.

Tradução de Angelo Jorge.

1909. Editores Almeida & Sá, Succ.s Porto. 76 Págs. broch.
11,00 €.

Bertolo (Amedeo) - Anarquistas e orgulhosos de o ser

Antologia de textos.

A grande empresa, as megalópoles, o Estado, devem ser rejeitados e desagregados porque o «grande» segrega poder dentro e fora de si. Os grandes agregados económicos e políticos, as grandes instituições sociais, são, justamente, o campo onde se afirma e se exerce o poder dos «novos patrões»: é aí que a tecnoburocracia  encontra o seu espaço vital e as suas justificações funcionais, seja nos sistemas tardo-capitalistas, seja nos pós-capitalistas, Amedeo Bertolo.

Tradução: Andrea Mazzola, Lúcia Mascarenhas, Mário Rui Pinto, Thais Palermo Buti, Vanessa Badagliacca e Virgilio Caletti.

Edição: Barricada de Livros.

Lisboa, 2018. 215 Págs. broch.
12,00 €.

Sepúlveda (Jesús) - O Jardim das Peculiaridades


O sistema estandardizador domestica. A domesticação é uma forma de domínio que transforma as criaturas vivas em seres caseiros apoltronados nos seus domos. Força, assim, à domiciliação, cuja expressão mais alta é o recolher obrigatório. como todos os sistemas, este gera os seus anticorpos: os desempregados que operam como exército de reserva laboral e os vagabundos sem teto que o sistema descarta, Jesús Sepúlveda.

Prefácio de John Zerzan.

Tradução: Pedro Morais.

Revisão de Júlio Henriques.

Edição: Textos Subterrâneos.

Lisboa. 2018. 123 Págs. broch.
5,00 €.

Clímaco (Cristina) - Republicanos, Anarquistas e Comunistas no Exílio

(1927-1936).

A presente obra pretende ser um contributo para a história da emigração política do século XX, através do estudo do caso português, inserindo-se  no contexto europeu de oposição aos regime fascistas e autoritários do entre-guerras. (da contracapa).

Edições Colibri. 2017. 385 Págs. broch.
19,08 €.

Santana (Emídio) - Memórias de Um Militante Anarco-Sindicalista

Tempos de Luta de Adversidade e de Esperança.

Capa: Rui Perdigão.

Edição: Perspectivas & Realidades. Lisboa. S/D. 400 Págs. broch.
12,00 €.

Pereira (Joana Dias) - Sindicalismo Revolucionário, A História de Uma Idéa

O Sindicalismo Revolucionário foi a doutrina da acção. Assim, estabelecido o fim - a supressão do salariato - e o método - a acção directa contra o patronato e o Estado -, restava organizar o proletariado para a luta de classes, nos seus organismos próprios, ou seja, pôr em prática as deliberações dos congressos, Joana Dias Pereira.

Capa de Nuno Pacheco Silva.

Caleidoscópio - Edição. 2011. 212 Págs. broch.
15,00 €.

A Ideia 81 / 83

Revista de cultura libertária.

Neste número o surrealismo português e a revolução russa em principal destaque.

Director e editor: António Cândido Franco.

Director gráfico: Luiz Pires dos Reys.


Outono de 2017. 313 Págs. broch. Ilustrado.
20,00 €.

Chesterton (G. K.) - O homem que era quinta-feira

Tradução de Domingos Arouca.

Editores Associados. S/D. 182 Págs. broch. Usado. 
5,00 €
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Carlos da Fonseca (1940-2017)

O historiador Carlos da Fonseca faleceu em Paris, no dia 9 de Maio, na sequência de uma doença com que se debatia, quase secretamente, há muitos anos, e que a partir de certa altura muito debilitou a sua actividade de autor.
Historiador do movimento operário e do anarquismo em Portugal, lega-nos, em particular neste domínio, uma obra considerável, das reedições comentadas de «textos esquecidos» aos quatro volumes, essenciais, da sua História do Movimento Operário e das Ideias Socialistas em Portugal (Europa-América), passando por volumes como Integração e Ruptura Operária (Estampa). Os seus últimos livros conhecidos, Para uma Análise do Movimento Libertário em Portugal e O 1º de Maio em Portugal,foram publicados pela Antígona.
Carlos da Fonseca nasceu em Peniche, onde começou a trabalhar aos 11 anos de idade, passando por diversos e provisórios ofícios. Nos anos 60, refractário ao exército colonial, exilou-se em França, onde fez longos estudos universitários, primeiro na Universidade de Paris VIII (Vincennes), depois na École Pratique des Hautes Études, onde se acentuou a sua vocação investigativa. Foi professor de história e cultura portuguesa na Universidade de Paris VIII e, posteriormente, na Sorbonne.
Personalidade de uma obstinada discrição, pode aplicar-se-lhe o verso programático de Luiza Neto Jorge «Não me quero com o tempo nem com a moda». Mas a sua veia satírica, embora pouco exposta, surgiu por vezes em textos não assinados como «Desratização», publicado na revista Pravda, em que investe contra os «fabricantes de opinião»: «Subindo pelos canos de esgoto do vedetariado servil, invadiram a imprensa, instalando-se nas redacções, para daí contagiarem, com visível perigo sanitário, as crédulas populações, através de doses de informação mercenária».
A sua obra de historiador rigoroso e influente está a necessitar de uma atenção redobrada. Nestas toscas linhas, daqui saudamos a sua memória de homem inteiro.
Júlio Henriques   

Preferi roubar a ser roubado!

AAVV.

Textos sobre o roubo revolucionário.

Tradução de Carlos Jacques e Mário Rui.

Edições: Barricada de Livros. Lisboa. 2017. 115 Págs. broch.
8,00 €.


Gurvitch (Georges) - Proudhon e Marx

Tradução de Luz Cary.

Editorial Presença. 1980. 166 Págs. broch. Usado. € 6,00.

A Ideia 75/76

Revista de Cultura Libertária.

II série - ano XLI - vol. 18. n.º 75-76 - Outono de 2015.

Surrealismo & Satanismo Poético, a participação de surrealistas portugueses na revista, depoimentos e entrevistas, sobre o percurso ao longo destes 40 anos da revista A Ideia, Poesia e Ensaio Literário.

AAVV.

Director e editor António Cândido Franco.

Editor gráfico Luis Pires dos Reys.

288 Págs. broch. Ilustrado.
20,00 €
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Sam Mbah / I. E. Igariwey - África Rebelde

Comunalismo y anarquismo en Nigeria.

Puede el comunalismo tradicional de los pueblos africanos representar un elemento a partir del cual buscar una salida a la profunda crisis económica, social y política en que está sumida África? África rebelde indaga en torno a esta posibilidad, al tiempo que expone las razones del fracasso de los diferentes programas de "socialismo africano"  que aparecieran en alguns países africanos (Tanzania, Senegal, Guinea, etc.) con el proceso de independencia. Lejos de resolver los problemas del período colonial, los modelos e ideologias del socialismo estatalista prolongaron  las diferenças sociales, acentuaron la polarización de la riqueza y favorecieron  la concentracion del poder   en las nuevas élites surgidas con la descolonización. (da contracapa).

Traducción: Teresa Loscertales y Elisabet Corredor.

alikornio ediciones. Barcelona. 2000. 182 Págs. broch. Língua: Castellana. € 10,00.

(Chorão) Luís Bigote - Para Uma História da Repressão do Anarquismo em Portugal no Século XIX

seguido de
«A Questão Anarchista»
de
Bernardo Lucas, fac-similada da revista
A Ideia, editada no Porto 1898.
Edição: Livraria Letra Livre.
2015.
138 + 39 Págs. broch.
€ 16,00.