Cortesão (Jaime) - Poesia

Sobre a trajectória poética de Jaime cortesão, por David Mourão-Ferreira.

Marginália crítica
Carta de António Corrêa d'Oliveira
Carta de Teixeira de Pascoaes
Carta de Fernando Pessoa
Carta de Gomes Leal
Carta de Leonardo Coimbra

A Metáfora Saudosista em Jaime Cortesão (nota final à reedição de Poesia ), por A. Cândido Franco.

Aos dois volumes da poesia de Jaime Cortesão Publicados pela Portugália Editora anos de 1967-68, com revisão de José António de Machado, já vastamente elogiados pela sua correção editorial, não pudémos deixar de acrescentar, da nossa lavra e responsabilidade, uma brevíssima marginália crítica, que não é transigência alguma para com a edição anterior, mas tão só a tentativa modestantissimamente contribuir para deixar de vez preto no branco quão absurdos e injustificado são os silenciamentos, os deslizes e as reticências em relação ao saudosismo poético de 1912, que em vez do pãozinho sem sal da poesia portuguesa que os críticos nos querem tantas vezes dar a comer é capaz de ser a quinta essência dela, António Cândido Franco.

Edição: Imprensa Nacional. Lisboa. 1998. 343 Págs. broch. Usado. € 13,00.